Este mundo não é assim tão longe do Médio Oriente...
Sugiro este link que em 90 segundos conta a História do Médio Oriente (note-se com atenção como Portugal esteve tantas vezes políticamente ligado ao Médio Oriente).
Um blog brilhantíssimo, formidabilíssimo, magníficíssimo, inteligentíssimo, fantastiquíssimo, mas, acima de tudo, humilíssimo!

Uma certa e determinada pirata a soldo do Bush decidiu capturar o Sheik Al Vim e sem dó nem piedade manteve-o refém no seu puff até chegarem os agentes da CIA.
Não posso dizer que sempre tenha sido o fã n.º 1 do Carnaval. Acho que fiquei traumatizado com a ocasião desde que a senhora minha Mãe me enviou, nos tenros 5 aninhos, mascarado de saloia para o colégio. Não, eu não troquei o O pelo A e não, não queira escrever saloio (isso até teria sido giro) - a senhora minha Mãe enviou-me mesmo com um vestido de saloia...
Estava a ser injusto ao esquecer outra visita que eu tive: a do médico! Eu não fui para médico porque achava que não conseguiria ter um sorriso pronto e encorajador perante os doentes porque fico tão deprimido com as doenças dos outros como com as minhas.
Pois é, depois de ter vindo trabalhar na Terça-feira piorei e lá voltei para casa dos Papás* para me curar durante dois dias. Infelizmente os meus amigos Hélders não me visitaram desta vez, pelo que estive dois dias a ler o Civilizations, a ver mais não sei quantos episódios da Ally MacBeal e a dormitar enterrado em mantas no sofá.
Hummm... O que é que estará errado nesta fotografia? Será a amizade entre estas duas senhoras? Não, elas de facto são amigas... Será a lindíssima parede branca por trás delas? Bem, de facto hoje em diz essa parede já tem uma estante mas á época em que esta fotografia foi tirada ainda não tinha...
Neste momento tenho 6 (sim, SEIS!) Polacos a dormir nos aposentos superiores do Château d'Alvim, que é como quem diz, a suíte de hóspedes, a sala de estar e a biblioteca. Hoje, ao tomar o pequeno almoço, ouvi-os a dormir: um (uma?) ressonava com um tom meio pesado, uma outra (esta claramente rapariga) suspirava de minuto a minuto cada vez mais alto (fez-me lembrar a Inês quando não consegue dormir por ter alguém a ressonar ao pé dela), um/a outro/a devia ter o nariz meio entupido por isso emitia um silvado fininho, por último ainda havia outro/a que emitia uns estranhos estalidos que eu não percebi se haviam de vir da boca se do nariz da criatura.