segunda-feira, 29 de junho de 2009

Bananas

Hoje, estava eu a almoçar com o Alexandre Maria, quando veio à baila os ABCs, que eu expliquei ao Aexandre que são os "American Born Chinese", ou seja, os Chineses nascidos na América.
O Alexandre surpreendeu-me com a resposta "nós chamamos-lhes bananas!"
Bananas! Banana em português é uma pessoa que não responde com a energia suficiente a situações que devia responder, e os ABCs até são pessoas conhecidas por ser bastante enérgicas, pelo que pedi explicações.
"São bananas porque são amarelos por fora e brancos por dentro!"

Junco


A estes barcos chineses chama-se juncos...

Bonitos, não são?

Net em casa

Algo mudou na minha vida! Desde que vivo sozinho que nunca tive internet em casa, mas agora, por uma série de motivos, decidi assinar a internet e neste momento escrevo este post da minha casinha.
Isso quer dizer que também passo a estar mais contactável em casa pela internet. Apesar de ainda ter os auscultadores, microfone e câmera no gabinete na Universidade, vou trazê-los para cá, por isso, quem não tiver o meu contacto no skype, adicione, sff, para nos podermos falar: dsalvim

quinta-feira, 25 de junho de 2009

MacAlvine Castle - o quarto senhorial




Finalmente o quarto do Morgado da Taipa, Lord MacAlvine, eu próprio! Como podeis observar, da janela perto da minha cama tenho vista sobre as minhas possessões, as montanhas da Taipa. Não foi inocentemente que eu guardei a minha mala mesmo à vista: combina bem com os cortinados e a colcha, não combina?

MacAlvine Castle - o escritório / quarto de visitas




Esta é a divisão da casa em que tenho passado mais tempo enquanto acordado e esta é a vista que me inspira durante o dia: criancinhas a fingir que jogam basquete, futebol, etc..
Quem me vier visitar, verá esse bonito sofá transformado numa confortável cama. Se for uma pessoa, dormirá aí que nem realeza, se for um casal, dormirei eu aí que nem realeza e o feliz casal passará aos meus aposentos.
Ah, a roupa aí é porque é no meu escritório que a criadage gosta de passar a roupa...

MacAlvine Castle - o corredor

Para se passar à área mais privada do castelo, tem de se passar pelos longos e escuros corredores com os antigos reposteiros passados de geração em geração e os tapetes do Oriente acumulados por gerações de Alvins que combateram contra os mouros na Ásia.


MacAlvine Castle - os salões

Quem entra no MacAlvine's Castle, é esta a primeira coisa que vê:

(note-se a minha roupa pendurada na janela: que delícia!)
E logo a seguir, vira-se para a esquerda e vê isto:

MacAlvine Castle - o quarto de pensamento



Se alguém for a minha casa e sentir um aperto existencial, é a esta nobre divisão que eu o vou dirigir. Mas devo dizer que não gosto de partilhar os pensamentos das outras pessoas, pelo que pedirei a quem tiver esse aperto existencial que feche a porta e abra a janela.

MacAlvine Castle - a cozinha


A pedido de muitas famílias, aqui vão fotografias do meu novo castelo, o MacAlvine's Castle.
Começo pela parte da criadage, ou seja a cozinha. Como se pode ver, tem porta para a varanda, que é onde estão armazenadas algumas coisas que não me fazem falta, onde está a máquina de lavar e onde penduro a roupa.

terça-feira, 23 de junho de 2009

"Voar como o Jardel sobre os centrais..."

Hoje aprendi a voar sem asas! Foi uma experiência fascinante…
Estava a sair de casa e vi o autocarro que me ia permitir não chegar atrasado à reunião que eu tinha de manhã. Vai daí, esquecendo-me que a rua deve ser partilhada entre peões e carros, lancei-me a correr a atravessar a rua e antes de me aperceber o que se tinha passado, estava a voar pelo ar. Perante esta experiência fantástica o único pensamento que me ocorreu foi: “M…! Já não apanho este autocarro!”
O mal de se voar sem asas é que se acaba por cair e agora estou aqui na reunião cheio de feridas, parece que venho da guerra. Mas, de resto, estou fino, não tenho qualquer problema e só cheguei 5 minutos atrasado, o que já bastou para ser o último a chegar, mas mesmo assim, sendo o único Português, já era de se esperar… Parece que os Portugueses devem passar a vida a ser atropelados porque já toda a gente espera que eles cheguem atrasados.
Outro problema foi que o carro que me atropelou era encarnado e eu estou a usar calças beiges, que neste momento estão cheias de manchas encarnadas. Mas também isso nem é muito mau, porque estou a usar uma pólo encarnada…

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Praia em Hong Kong


A sair da praia da Meia Lua, em Hong Kong

O fantasma do Monty

Hoje tive o sonho mais estranho possível numa mistura entre a realidade e o sonho…
Durante muitos anos, em casa dos meus paizinhos, coitadinhos, dormi no quarto das empregadas que era perto da cozinha (isto de ser o filho mais novo…).
Ora quanto a porta da cozinha estava aberta, o nosso cão, coitadinho, que já está no mundo de lá, vinha passear para ao pé do meu quarto. O dito cujo, Monty Maria Sacadura Cabral de Sousa e Alvim, de vez em quando andava no corredor de soalho de madeira e eu ouvia as patas dele a fazer tic tic tic lá fora do quarto e de vez em quando vinha cheirar a minha porta para ver se eu estava lá dentro.
Ora eu hoje estava a dormir mas sonhei que estava a acordar com o som das patas do Monty à porta do meu quarto. Sonhei que estava de volta ao humilde palácio onde cresci, no quarto da criadage, tipo Cinderelo dos tempos modernos e que o nosso fiel Monty estava à porta do quarto a passear como era seu hábito e a cheirar a porta a ver se eu estava lá dentro. O sonho foi tão forte que eu decidi chamá-lo e acordei para o chamar e chamei mesmo mas como ainda estava meio a dormir só saiu uma chamada meio fraca: “Monty, Monty!”
Vai daí, meio a dormir como estava, sonhei que o cão passou pela porta do quarto que estava fechada, mas como ele já morreu isso nem era anormal. Depois estive ali a dar festinhas ao Monty, de que eu já tinha muitas saudades, e juro que até me cheirou a Monty! Foi mesmo tão real, que quando o Monty saiu do quarto eu acordei e apercebi-me que estava e tinha virado todo na cama e que estava voltado para uma das janelas que eu achava que era a porta do meu quarto antigo.
E assim acordei eu às 4 da manhã com este sonho em que aparecia o fantasma do nosso nobre e cavalheiresco Monty!