Devo confessar que sou um cético em relação a todas as novas teorias de saúde, de vida, de educação que não têm a mínima relação com a minha experiência empírica. Eu sei, sou um conservador.
Claro que por vezes (bastantes vezes até) me engano. Mas muitas mais vezes se vem a provar que afinal "os antigos é que sabiam". Os antigos diziam que se devia comer de tudo. Os modernos cortam nas mais variadas coisas que sempre comemos substituindo-as pelas coisas mais estapafúrdias substâncias que alguma suposta tribo da Amazónia ou antiga civilização extinta entre os Rios Tigre e Eufrates sempre comeram. Normalmente umas sementes sem sabor nenhum cujo único efeito é levar-nos mais vezes à casa de banho.
Vem este texto a propósito deste vídeo do TedX. Este senhor vem dizer umas coisas como se fossem muito novas mas estas mais não são do que o regresso às teorias antigas combatidas durante décadas. Note-se que eu concordo com ele a 100%. Apenas acho que estamos perante mais uma saudável tentativa de regresso ao passado.
Que as crianças precisam de estar "lá fora" parece-me uma coisa óbvia. Já nos idos de 80 o meu pai, que está longe de ser a pessoa mais moderna no mundo, todos os fins-de-semana nos levava aos jardins (zoológico, da Estrela, etc.) ou a algum lugar perto da natureza. As férias eram passadas entre a praia e o campo para ter "um bocadinho de tudo".
Que as crianças precisam de autoridade e de comer coisas variadas e saudáveis também não me é estranho. Passei a infância a ouvir "quem não gosta come mais". Bem como, é claro, a ouvir que a cenoura era boa para os olhos, o peixe e a carne para crescer, os espinafres para ficar forte como o Popeye e sei lá que mais teorias sobre tudo o que vinha à mesa.
Já outro vem dizer outra coisa que não é nova: deem tempo e espaço às crianças para serem crianças.
Afinal... Alguma coisa do que eles dizem é novo? Nada!
Claro que por vezes (bastantes vezes até) me engano. Mas muitas mais vezes se vem a provar que afinal "os antigos é que sabiam". Os antigos diziam que se devia comer de tudo. Os modernos cortam nas mais variadas coisas que sempre comemos substituindo-as pelas coisas mais estapafúrdias substâncias que alguma suposta tribo da Amazónia ou antiga civilização extinta entre os Rios Tigre e Eufrates sempre comeram. Normalmente umas sementes sem sabor nenhum cujo único efeito é levar-nos mais vezes à casa de banho.
Vem este texto a propósito deste vídeo do TedX. Este senhor vem dizer umas coisas como se fossem muito novas mas estas mais não são do que o regresso às teorias antigas combatidas durante décadas. Note-se que eu concordo com ele a 100%. Apenas acho que estamos perante mais uma saudável tentativa de regresso ao passado.
Que as crianças precisam de estar "lá fora" parece-me uma coisa óbvia. Já nos idos de 80 o meu pai, que está longe de ser a pessoa mais moderna no mundo, todos os fins-de-semana nos levava aos jardins (zoológico, da Estrela, etc.) ou a algum lugar perto da natureza. As férias eram passadas entre a praia e o campo para ter "um bocadinho de tudo".
Que as crianças precisam de autoridade e de comer coisas variadas e saudáveis também não me é estranho. Passei a infância a ouvir "quem não gosta come mais". Bem como, é claro, a ouvir que a cenoura era boa para os olhos, o peixe e a carne para crescer, os espinafres para ficar forte como o Popeye e sei lá que mais teorias sobre tudo o que vinha à mesa.
Já outro vem dizer outra coisa que não é nova: deem tempo e espaço às crianças para serem crianças.
Afinal... Alguma coisa do que eles dizem é novo? Nada!