quarta-feira, 10 de julho de 2013

Presidente da República

É ao ver as atitudes deste presidente...
Como vi as atitudes do presidente passado...
E é ao ver as atitudes que agora tomam os ex-presidentes que deviam assumir uma digna atitude de não intervenção...
Que eu me lembro porque é que sou Monárquico! Viva o Rei!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Inaptocracia

Recebi hoje um email com uma nova palavra, inaptocracia. 
Inaptocracia
Sistema de governo em que os menos capazes de governar são eleitos pelos menos capazes de produzir e no qual os menos aptos de se auto-sustentarem ou de vingarem são recompensados por bens e serviços que são pagos pela confiscação da riqueza e do trabalho de uns quantos produtores cujo numero continuamente diminui.
Isto foi traduzido do original em Francês, que junto: 
L'Inaptocracie
Un système de gouvernement où les moins capables de gouverner sont élus par les moins capables de produire et où les moins aptes à subvenir à eux-mêmes ou à réussir, sont récompensés par des biens et des services qui ont été payés par la confiscation de la richesse et du travail d'un nombre de producteurs en diminution continuelle.
Jean d'Ormesson

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Crise política em Portugal

Primeiro veio a crise económica. Portugal passou toda uma década com uma economia anímica a viver a ressaca do excesso de construção de estradas, casas, pontes e estádios. Nada mais se tinha feito que construir e tudo a fiado. Com dinheiro alheio. Os juros estavam bons (e até foram bonificados a certa altura à custa do contribuinte). Então, porque não?
Depois veio a crise moral. Toda a gente acha perfeitamente natural que se matem sem quaisquer limites legais as mais indefesas criaturas humanas, os fetos. E que se faça isso com o dinheiro do contribuinte. As vezes que se quiser, claro está. Tanto que uma boa parte das mulheres que abortam agora já o fizeram antes. Para quê pagar pelos preservativos, se os abortos são à custa do contribuinte?
Depois foi a crise financeira que se abateu sobre Portugal. As agências de avaliação financeira (rating) serviram de abutres. Note-se que os abutres são sempre os primeiros a encontrar os animais moribundos e foi isso que estas fizeram. Viram um estado em debilidade crónica, atacaram e depois disso todos os predadores financeiros se lançaram sobre a República Portuguesa como se não houvesse amanhã.
Agora é a crise política. O MNE zangou-se, bateu com a porta. A porta voltou a abrir-se. Afinal bateu-se mas não se trancou. Altera-se a coligação mas ainda ninguém sabe em que termos. Desta vez os abutres vêm da esquerda e só sabem gritar "eleições, eleições, eleições"! Note-se que não o fazem por patriotismo, convencidos que farão melhor para ajudar o país a sair da crise. Eles bem sabem que isso não é possível. Apenas querem refastelar-se com o resto da carcaça que quase mais não é agora que ossos.
Eu gostava de um dia voltar a Portugal. Mas será que Portugal ainda vai existir? Ou será que ainda existe? Se calhar é como no conto de Natal de Dickens. O espírito de Portugal passado.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Desistir do blogadíssimo...?

É patente para aquele leitor que aqui me visita a cada três semanas que eu não sou o blogger mais empenhado do mundo. Esqueço-me que tenho um blog (aliás, dois, mas com o outro eu não sou mais assíduo), nunca cá escrevo e assim não consigo 'fidelizar a clientela'. Vai daí já me foi sugerido (por mim mesmo) que já que acabei com o facebook, faça o mesmo com os blogs.
Ora, a ideia é tentadora para o outro blog, mas não para este. Este já está comigo há muitos anos. Pelo menos desde 2004. Note-se que quando eu fui para a China, no início de Setembro de 2005, apaguei o blog porque estava tudo em Chinês e claramente seleccionei o botão errado. Foi o vizinho do blog do lado que o ressuscitou...
Vai daí, não vou matar o blogadíssimo. Vou mas é fazer um esforço para aqui escrever mais vezes.
Façam figas!