quarta-feira, 24 de maio de 2017

Bailado

Na semana passada, graças a uma confusão com o meu homónimo que eu nem conheço, foram-me oferecidos dois bilhetes para ir assistir a um bailado (quatro em um, para ser preciso) no Teatro Camões. Fui com a minha irmã, que é homónima da irmã do meu homónimo. E que conveniente coincidência que me levou a tão bom conjunto de bailados por quatro coreografos tão diferentes!
A primeira peça, de Olga Roriz, chama-se "13 gestos de um corpo" e cativa o espetador pela sua intensidade. A segunda peça, do também PortuguêsVasco Wellenkamp, chama-se "será que é uma estrela?" e exprime uma grande emotividade.
A noite continuou cantada ao vivo com bossa nova pela Maria João numa sucessão de três pas de deux pelo Americano William Forsythe. Muito romântico e bonito! Para remediar a lágrima no canto do olho deixada por Forsythe, o bailado do coreografo Israelita Ohad Naharin trouxe uma boa disposição contagiante. O público foi, inclusivamente, levado para o palco para dançar com os bailarinos. Um final com chave de ouro!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Eurovisão Porto 2018


Uma imagem vale por 1000 palavras...

quinta-feira, 4 de maio de 2017

С Днем Рождения, папа!

Não sei de onde vem chamar ao meu pai "o Russo", mas é uma coisa que sempre ouvi lá em casa. Sempre uma designação ligada ao pagamento de qualquer coisa: "o Russo paga!" Não que o nosso Russo tenha semblante ou ascendência Eslavos. Nem mesmo os hábitos de gastar dinheiro são iguais aos reconhecidos protótipos dos magnatas de Sampetersburgo e Moscovo - graças a Deus nunca lhe vi um rolex de ouro a reluzir no pulso nem o vi enfarpelado num casaco de peles de um qualquer animal em extinção.
Ora o nosso Russo faz anos hoje. Uns anos feitos numa altura bem mais pacífica do que quando nasceu, época em que os Alemães faziam das suas tropelias na Europa e os Japoneses na Ásia. Já lá vão uns quantos anos e o Russo já não se lembra disso. A desculpa para tal é que nessa altura estaria mais preocupado com assuntos mais magnos como aprender a andar.
Nós, não Russos, a 4 de Maio celebramos o dia do nosso Russo. É caso mesmo para dizer:
С Днем Рождения, папа!

Filho e Neto com o Russo

Zurique - o trauma da bica!

Há um ponto negativo em Zurique. Um ponto quase traumático... Um ponto que me fará pensar duas vezes antes de voltar a visitar a Suíça... Os preços!
Esta chávena vazia foi o meu testemunho disso. Entrei num café absolutamente normal e pedi uma bica. Sim, aqueles poucos centilitros de uma bebida que é feita com umas gramas de café e água da torneira, sai de uma máquina de onde podem sair uns milhares de outras iguais por dia... Aquela coisa que no Porto se chama cimbalino, pelo resto do país se chama café e no estrangeiro, aquele sítio genérico que designa tudo o que não é o nosso cantinho, se chama expresso. Uma bica é uma coisa tão pequena que até podia ser levado connosco na bagagem de mão do aeroporto!
Pois depois de a pedir, bebi-a e, pouco depois, pedi a conta. Disseram-me €5 (FCh 5) por estes poucos centilitros de quase nada! Eu esclareci que só tinha pedido uma bica e que nem tinha tocado nos croissants que estavam embrulhados em celofane em cima da mesa (hábito pouco ecológico dos Suíços). A senhora, com um sorriso, explicou que aqueles três golos de café custavam precisamente €5!
O trauma! O horror! Considerei fugir mas, resignadamente, paguei. Não sem antes me revelar chocado, traumatizado e outras coisas terminadas em ado...

Zurique - 22 de Abril





A minha viagem começou por Zurique, o centro da finança na Suíça. É uma cidade lindíssima e que vale muito a pena visitar. O centro está todo ao redor de um rio e do Lago Zurique, o que lhe dá um charme ainda mais especial. Como cereja no topo do bolo, um fabuloso dia frio de sol: há melhores condições para visitar uma cidade?