Na semana passada, graças a uma confusão com o meu homónimo que eu nem conheço, foram-me oferecidos dois bilhetes para ir assistir a um bailado (quatro em um, para ser preciso) no Teatro Camões. Fui com a minha irmã, que é homónima da irmã do meu homónimo. E que conveniente coincidência que me levou a tão bom conjunto de bailados por quatro coreografos tão diferentes!
A primeira peça, de Olga Roriz, chama-se "13 gestos de um corpo" e cativa o espetador pela sua intensidade. A segunda peça, do também PortuguêsVasco Wellenkamp, chama-se "será que é uma estrela?" e exprime uma grande emotividade.
A noite continuou cantada ao vivo com bossa nova pela Maria João numa sucessão de três pas de deux pelo Americano William Forsythe. Muito romântico e bonito! Para remediar a lágrima no canto do olho deixada por Forsythe, o bailado do coreografo Israelita Ohad Naharin trouxe uma boa disposição contagiante. O público foi, inclusivamente, levado para o palco para dançar com os bailarinos. Um final com chave de ouro!
A primeira peça, de Olga Roriz, chama-se "13 gestos de um corpo" e cativa o espetador pela sua intensidade. A segunda peça, do também PortuguêsVasco Wellenkamp, chama-se "será que é uma estrela?" e exprime uma grande emotividade.
A noite continuou cantada ao vivo com bossa nova pela Maria João numa sucessão de três pas de deux pelo Americano William Forsythe. Muito romântico e bonito! Para remediar a lágrima no canto do olho deixada por Forsythe, o bailado do coreografo Israelita Ohad Naharin trouxe uma boa disposição contagiante. O público foi, inclusivamente, levado para o palco para dançar com os bailarinos. Um final com chave de ouro!






