Uma das coisas que separa os diferentes povos desta União Europeia é a forma de pagamento das contas em refeições de grupos. Neste ponto, encontrei três formas que para efeitos de conveniência vou generalizar a três países: a Grega, a Portuguesa e a Holandesa.
GREGA
Chega o fim da refeição e um dos convivas agarra a conta furiosamente, declarando de forma emocional e muito sonora: "I PAY!" (Eu sei, os Gregos falam Grego, mas eu reporto-me a experiências observadas em Edimburgo, onde a malta fala em Inglês). Segue-se um coro de protestos dos demais convivas até que outro Grego lhe consegue sacar a conta da mão com um enfático "NO, I PAY!" O sacar a conta da mão não foi feito de forma amistosa mas sim como se aquela conta se tratasse de uma bola de râguebi e nós estivéssemos perante os All Blacks. Claro que nenhum dos convivas não-Gregos se oferece para pagar a conta inteira mas os Gregos degladiam-se por este "privilégio" durante alguns minutos. Passados alguns minutos de intensa algazarra (o que acontece sempre que Gregos estão presentes), os Gregos acabam por aceitar o método Holandês (ver em baixo).
PORTUGUESA
Chega ao fim da refeição e há sempre um engenheiro que pega na conta e declara quanto fica a divisão aritmética da conta. Sim, é certo que há sempre uns abusadores que pedem o que nunca pediriam se tivessem que pagar a conta sozinhos (já alguém notou o abuso do preço dos whiskies nos restaurantes?) e há aquelas meninas que comem uma saladinha de dieta e nem bebem álcool, mas algures na mentalidade Lusitana isso não parece ser injusto para ninguém.
HOLANDESA
Porque os Britânicos, ao quererem pagar, dizem "lets go Dutch!" Esta é a forma mais complicada matematicamente mas provavelmente a mais justa. Vai-se ver o que cada um comeu e cada um paga isso. Como é óbvio isso não serve para jantares de petiscos e há sempre o problema das coisas partilhadas (vinho, couvert, etc.).
Dependendo das situações, eu prefiro ou uma ou outra das três situações. Sim, já aconteceu eu fazer o papel de Grego, por muito que custe acreditar a todos aqueles que conhecem a minha natural parcimónia...
GREGA
Chega o fim da refeição e um dos convivas agarra a conta furiosamente, declarando de forma emocional e muito sonora: "I PAY!" (Eu sei, os Gregos falam Grego, mas eu reporto-me a experiências observadas em Edimburgo, onde a malta fala em Inglês). Segue-se um coro de protestos dos demais convivas até que outro Grego lhe consegue sacar a conta da mão com um enfático "NO, I PAY!" O sacar a conta da mão não foi feito de forma amistosa mas sim como se aquela conta se tratasse de uma bola de râguebi e nós estivéssemos perante os All Blacks. Claro que nenhum dos convivas não-Gregos se oferece para pagar a conta inteira mas os Gregos degladiam-se por este "privilégio" durante alguns minutos. Passados alguns minutos de intensa algazarra (o que acontece sempre que Gregos estão presentes), os Gregos acabam por aceitar o método Holandês (ver em baixo).
PORTUGUESA
Chega ao fim da refeição e há sempre um engenheiro que pega na conta e declara quanto fica a divisão aritmética da conta. Sim, é certo que há sempre uns abusadores que pedem o que nunca pediriam se tivessem que pagar a conta sozinhos (já alguém notou o abuso do preço dos whiskies nos restaurantes?) e há aquelas meninas que comem uma saladinha de dieta e nem bebem álcool, mas algures na mentalidade Lusitana isso não parece ser injusto para ninguém.
HOLANDESA
Porque os Britânicos, ao quererem pagar, dizem "lets go Dutch!" Esta é a forma mais complicada matematicamente mas provavelmente a mais justa. Vai-se ver o que cada um comeu e cada um paga isso. Como é óbvio isso não serve para jantares de petiscos e há sempre o problema das coisas partilhadas (vinho, couvert, etc.).
Dependendo das situações, eu prefiro ou uma ou outra das três situações. Sim, já aconteceu eu fazer o papel de Grego, por muito que custe acreditar a todos aqueles que conhecem a minha natural parcimónia...
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