No que toca à polémica sobre reformas educativas, pode-se dizer que ainda a procissão vai no adro. dado que é uma matéria à qual dou especial importância, proponho-me a escrever aqui alguns posts sobre o assunto. É infinitesimamente possível que tragam algum contributo novo ao debate mas é muito mais provável que sejam chover no molhado. Enfim, ossos do ofício de blogger.
Hoje escrevo sobre um aspeto que, não sendo novo, tem sido esquecido no debate. É que há na sociedade Portuguesa um amplo consenso sobre dois pontos em especial deste debate:
1. O primeiro ponto é que a educação deve ser obrigatória até certa idade. Pelo menos nunca ouvi ou li alguém defender que nós todos, como comunidade, deveríamos dar a liberdade aos pais de decidir se permitem ou não que os seus filhos acedam a uma educação formal. Acho que há um amplo consenso em Portugal (Europa, Atlântico Norte...) que até certa idade as crianças e jovens devem ser enviados à escola.
2. O segundo ponto é que me parece também consensual que, para que seja obrigatória, a educação deve ser acessível a todas as bolsas. Mais do que isso, chocaria qualquer Português (qualquer pessoa bem formada) que as crianças não pudessem frequentar escolas de qualidade só porque os seus pais não têm condições financeiras para lhes proporcionar isso.
Pode parecer que estou a dizer verdades de La Pallice. No entanto, estas duas ideias nem sempre foram consensuais. Ainda há hoje no mundo quem não concorde com elas. Quem não concorde, por exemplo, que as raparigas devam ter acesso à mesma educação que os rapazes.
Os meus próximos posts sobre a matéria serão baseados em que este consenso existe.
Hoje escrevo sobre um aspeto que, não sendo novo, tem sido esquecido no debate. É que há na sociedade Portuguesa um amplo consenso sobre dois pontos em especial deste debate:
1. O primeiro ponto é que a educação deve ser obrigatória até certa idade. Pelo menos nunca ouvi ou li alguém defender que nós todos, como comunidade, deveríamos dar a liberdade aos pais de decidir se permitem ou não que os seus filhos acedam a uma educação formal. Acho que há um amplo consenso em Portugal (Europa, Atlântico Norte...) que até certa idade as crianças e jovens devem ser enviados à escola.
2. O segundo ponto é que me parece também consensual que, para que seja obrigatória, a educação deve ser acessível a todas as bolsas. Mais do que isso, chocaria qualquer Português (qualquer pessoa bem formada) que as crianças não pudessem frequentar escolas de qualidade só porque os seus pais não têm condições financeiras para lhes proporcionar isso.
Pode parecer que estou a dizer verdades de La Pallice. No entanto, estas duas ideias nem sempre foram consensuais. Ainda há hoje no mundo quem não concorde com elas. Quem não concorde, por exemplo, que as raparigas devam ter acesso à mesma educação que os rapazes.
Os meus próximos posts sobre a matéria serão baseados em que este consenso existe.
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