No meu último post escrevi sobre duas premissas que considero basicamente consensuais na sociedade Portuguesa hodierna: que a educação deva ser obrigatória até certa idade e que deva ser acessível, com qualidade, a todas as bolsas.
Neste vou continuar a escrever sobre outra ideia que a maioria das pessoas concorda: a coexistência do ensino público com o privado e o cooperativo. Assim, ao lado do ensino público deve poder estar o ensino privado ou cooperativo. Ou até outro de que se não tem falado que é o ensino internacional - gerido por entidades públicas (estrangeiras) ou privadas que seguem modelos e línguas de ensino estrangeiras.
Mesmo assim, esta ideia já não é tão consensual como as anteriores. Na base da discordância está a ideia tida por uma pequena minoria de que todos devem ter uma educação igual que não seja moldada nem pelas condições económicas dos pais nem pelas suas convicções religiosas, ideológicas ou pedagógicas. Para estas pessoas todas as crianças e jovens devem receber uma educação igual pertencendo quaisquer convicções dos pais apenas à esfera privada familiar.
No entanto, como disse em cima, a grande maioria defende a possibilidade de coexistência de vários tipos de ensino. Na minha opinião: ainda bem!
Assim, a grande maioria dos Portugueses hodiernos concordará que se eu for Católico possa pôr os meus filhos num colégio Católico. Ou se eu for Muçulmano, ponha os meus filhos naquele que julgo ser o único colégio Islâmico do país, em Palmela.* Ou ainda, se eu gostar mais do modelo de educação do Colégio Moderno (pertencente à família Soares), do Liceu Francês, da Escola Alemã de Lisboa, etc. seja aí que ponha os meus filhos a estudar.
Este é um mínimo sobre o qual a maioria dos Portugueses concordam. Os colégios privados, cooperativos ou internacionais devem ter a liberdade de existir. Ainda estamos a falar de um consenso bastante alargado, já que, mais uma vez, ainda bem, quem julgue que todos as escolas não públicas e nacionais deviam fechar é uma pequena minoria.
* Confessando a minha ignorância, desconheço a existência de escolas de outras Igrejas Cristãs (a Escola Alemã começou por ser Evangélica mas já não é), Judaicas, Hindus ou outras.
Neste vou continuar a escrever sobre outra ideia que a maioria das pessoas concorda: a coexistência do ensino público com o privado e o cooperativo. Assim, ao lado do ensino público deve poder estar o ensino privado ou cooperativo. Ou até outro de que se não tem falado que é o ensino internacional - gerido por entidades públicas (estrangeiras) ou privadas que seguem modelos e línguas de ensino estrangeiras.
Mesmo assim, esta ideia já não é tão consensual como as anteriores. Na base da discordância está a ideia tida por uma pequena minoria de que todos devem ter uma educação igual que não seja moldada nem pelas condições económicas dos pais nem pelas suas convicções religiosas, ideológicas ou pedagógicas. Para estas pessoas todas as crianças e jovens devem receber uma educação igual pertencendo quaisquer convicções dos pais apenas à esfera privada familiar.
No entanto, como disse em cima, a grande maioria defende a possibilidade de coexistência de vários tipos de ensino. Na minha opinião: ainda bem!
Assim, a grande maioria dos Portugueses hodiernos concordará que se eu for Católico possa pôr os meus filhos num colégio Católico. Ou se eu for Muçulmano, ponha os meus filhos naquele que julgo ser o único colégio Islâmico do país, em Palmela.* Ou ainda, se eu gostar mais do modelo de educação do Colégio Moderno (pertencente à família Soares), do Liceu Francês, da Escola Alemã de Lisboa, etc. seja aí que ponha os meus filhos a estudar.
Este é um mínimo sobre o qual a maioria dos Portugueses concordam. Os colégios privados, cooperativos ou internacionais devem ter a liberdade de existir. Ainda estamos a falar de um consenso bastante alargado, já que, mais uma vez, ainda bem, quem julgue que todos as escolas não públicas e nacionais deviam fechar é uma pequena minoria.
* Confessando a minha ignorância, desconheço a existência de escolas de outras Igrejas Cristãs (a Escola Alemã começou por ser Evangélica mas já não é), Judaicas, Hindus ou outras.
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