quinta-feira, 11 de maio de 2006

Ingénuo, eu?

Custa engolir o orgulho e reconhecer-se que não se pode mudar o mundo. Custa reconhecer-se que as pessoas que estão erradas têm razão porque as estruturas assim o ditam. Custa encolher os ombros e dizer: “lavo daí as minhas mãos”.
Custa, não custa?
A Constança tinha em casa um quadro que dizia uma das frases mais verdadeiras que se pode dizer: “se não fazes como acreditas passas a acreditar naquilo que fazes.” Só não sei ainda quanto tempo é que isso leva a acontecer?
Coincidência das coincidências, neste momento começou uma música que diz: “acho que sei perder e não será a primeira vez… Serei um bom perdedor e meu mundo não vai mudar.” ehehehe

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