Quase, quase, quase a fazer o exame...
Já só estou a ler os apontamentos que fiz enquanto lia os muitos textos que li, os que não li, azarucho tivesse lido, ficam para a oral.
Quer dizer, eu não quero ir à oral, mas para isso tenho que ter mais que 14, pelo que tenho sido mais explícito com Deus Nosso Senhor de há uns dias para cá: do not bring me to the oral test! É que agora quero aproveitar não ter aulas para a rambóia (sim, sódona Ana Teresa, também quero ir para a rambóia com a malta nova).
Também quero ir aos últimos saldos porque vou passar o fim de ano a Hunan e diz que aquilo é frio p'ra caraças e quero chegar a tempo dos últimos saldosporque depois disso só mesmo roupa Primavera-Verão! Sim, Mafalda, frio não, gelado, pior que Copenhaga... Depois comparamos temperaturas...
Ah, para além disso quero ir ver os amigos que ainda não vi desde que voltei do meu natal não oficial em Lisboa: os Pais Sá da Bandeira e o jovem Jaime, o Pe. Luís Sequeira que está no hospital em HK (como eu já tinha pensado ir sair a HK este fds, mato 2 coelhos com uma cajadada), a Teresa e o Cajó com o seu Guilherme (que já deve estar quase com dentes), a Mariana NA que já deve ter voltado de Singapura, etc...
Ah e também quero ver se vou a Pequim um dia destes visitar a Inês e o Miguel e ver o novo estádio olímpico e a Singapura visitar o Ri e a Alexandra e livrar-me desta côr de vestido de noiva que tenho neste momento.
Mas isso é DEPOIS do malfadado teste de daqui a um bocadinho!
Please, God, do not take me to the test!
Pleaaaaaaaase, deliver me from the evil of the oral exam!
Vá, quando form 10.30 aí em Portugal toca toda a gente a rezar a Deus, Nossa Senhora ou qualquer Santo Doutor da Igreja para me livrarem da oral! Ah, e eu nestas coisas não sou esquisito, se alguém que leia este blog quiser dar uma palavrinha a Maomé, Krishna, Confúcio ou quiser apenas meter uma cunha cá na Uni, sintam-se à vontade! Quem não está contra mim está por mim!