sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

O meu reino por uns mocassins II

La encontrei os malfadados mocassins num centro comercial que se chama New Yaohan, ainda nao fui ver das camisas mas vou amanha (obrigado Vitorio!). E agora nao so nao estou no meu computador, como me tenho que despachar para ir jantar. Como a minha famelguinha vai estar em Londres no fds, eu vou passar o fds a cantar temas dos Beatles.
Nao tenho nada mais interessante para escrever e o que escrevi ja de si era sobejamente desinteressante! :(
Bom fds a todos!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Mochila aparecida!

Para aqueles que ainda estavam preocupados que a minha mochila estivesse a passar frio em Helsínquia, devo pedir desculpa porque me esqueci de dizer que no dia seguinte apareceu intacta e com todos os seus pertences lá em casa. Deu um jeitão a perda para não ter que vir com mochila de campismo às costas!

O meu reino por uns mocassins!

Sabem aqueles mocassins pretos normalíssimos que se podem encontrar em qualquer sapataria de Portugal, até nas de Mangualde? Vá, aqueles mesmo mesmo vulgares, normalíssimos... Aqueles que...
Pronto, acho que já perceberam a ideia, não já?
Pois andei à procura desses sapatos cá em Macau. Percorri umas vinte sapatarias de Macau e nem numa os encontrei! Na primeira dessas sapatarias tinham três pares diferentes de mocassins pretos bem bonitos mas nem um deles o n.º 41! Mas, afinal de contas, porque é que aquelas almas não têm o n.º 41?
"Because there are many people looking for the 41, Sir!"
Então, regra de ouro dos negócios, se há muita gente a querer um produto, aumentem a quantidade desse produto, certo? Vá, eu sei que não sou um homem de negócios, mas isto parece básico a qualquer alma!
Bem, lá passei eu à 2ª, à 3ª, à 4ª... À 19ª, à 20ª... Aí nem n.º 41 nem mais nenhuns números, não tinham mocassins pretos tradicionais para pôr com fato e pronto!
E porque é que, de um momento para o outro, preciso de uns mocassins? Tudo porque num acesso de esbanjamento que ainda estou para compreender, decidi deixar os outros em Portugal e comprar cá uns. Afinal de contas ia precisar dos outros para o casamento do Gonçalo e da Rita em Dezembro e assim já ficavam em Lisboa para o que desse e viesse...
Má ideia! Por falta de sapatos, desde que cheguei a Macau que não uso fato para as aulas... Enfim!
E não pensem que é uma daquelas minhas forretices que não vi nenhuns porque eram todos caros. Aqueles primeiros eram Sebago autênticos (não pensem que lá porque isto é a China...) e eu queria comprá-los se tivessem o meu número... Os que eu vi ou tinham a parte da frente entrançada e com um crocodilo lá pendurado, ou eram bicudos de mais, ou eram quadrados de mais, ou tinham aquele feitio se serem muito largos na zona dos dedos e depois muito apertados à frente, ou tinham qualquer outra coisa que os faziam ser de se vomitar!
Acho que amanhã volto ao ataque. Wish me luck! Devo ir ao Casino Veneza porque tem lá um Centro Comercial (caríssimo mas já estou por tudo) cheio de lojas Ocidentais.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Surpresas nos aeroportos

Pois é, sobre a minha saga de um fim de semana em Lisboa só me faltava mesmo dizer que tive duas agradáveis surpresas nos aeroportos.
Ao desembarcar em Lisboa vi uma silhueta do outro lado do vidro e em contra-luz a dizer-me adeus. Quando passei para o outro lado, vi que era a minha amiga Mariana que estava nesse momento a embarcar para voltar para Macau. Ainda para 1,5 minutos de conversa antes dela terque correr para o avião.
Quando, passados dois dias, estava a desembarcar em HK, estava lá meu amigo William que trabalha no aeroporto e estava na hora da pausa por isso decidiu ir lá esperar-me ao avião. A pausa dele também não era muito longa mas ainda deu para 5 minutos de conversa para pôr as novidades em dia e eu lhe contar como as noivas estavam giras, etc..
E com isto acaba-se o relato da minha curta estada em Lisboa que, apesar de cansativa, não deu sequer para conseguir um jet-laguezinho de jeito.

Banhos no ginásio

Não tem sido fácil tomar banho em casa... Depois da estória do chuveiro que não funcionava, na semana passada rompeu-se um cano na cozinha e ontem outro cano fora de casa mas um dos canos que iam dar a minha casa.
Por esse motivo, lá ando eu de novo a ir tomar banho ao ginásio. O mal é que o ginásio está em obras e o barulho e o cheiro a tinta no próprio ginásio dão-me dores de cabeça, pelo que a opção é estar no ginásio 10 minutos e depois ir logo para o duche.
Até nem é tão mau assim tomar lá duche. Como os Chineses são ainda mais púdicos que eu, ninguém lá toma banho, pelo que tenho sempre os balneários só para mim e o duche á não só é muito mais forte do que em minha casa como é de graça. E de graça, até choques eléctricos! :-)

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Salmo de hoje

Que giro que é o salmo de hoje! Depois de partilhar aquela conferência surreal, achei que também valia a pena partilhar este salmo...
Salmos 19(18),2-3.4-5.
Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia passa ao outro esta mensagem e uma noite dá conhecimento à outra noite. Não são palavras nem discursos cujo sentido se não perceba. O seu eco ressoou por toda a terra, e a sua palavra, até aos confins do mundo. Deus fez, lá no alto, uma tenda para o Sol.

Mails

Depois de tantos e tão compridos mails no princípio da semana, achei que seria boa ideia dar aos inteligentíssimos leitores deste humilíssimo blog uma pausa de pelo menos uma semana, mas não resisti a partilhar o mail que recebi hoje.
No meu mail da Universidade recebo em média uns 20 mails por dia (sem exagero, mesmo!) a anunciar coisas tão importantes como: "obras no 3.º andar do edifício Choi Kao Iao", "conferência sobre isto e aquilo", "palestra sobre a utilização dos recursos na biblioteca", "jogo de futebol professores- alunos da faculdade de Direito", etc.
Se estes mails são uma seca e são apagados quase instantâneamente, houve um hoje que me chamou a atenção:
A timely reminder!
Dear Colleagues,
You are cordially invited to attend the following seminar to be held in November:
"Phantoms for Evaluation of Interactions between Antennas and the Human Body"
Guest speaker : Dr. Koichi Ito, Chiba University, Japan
Date : 30 Nov 2007
Time : 4:30-6:30 pm
Place : J-323
Achei que os leitores deste assombradíssimo blog poderiam estar interessados...

terça-feira, 27 de novembro de 2007

O cana-rachada irritante que por pouco ia levando com um tiro na cabeça

Aqui há uns largos anos a minha grande amiga Meretíssima Ana Sofia avisou-me (umas 364894 vezes) que eu tinha uma voz muito metálica e audível e que tinha que baixar o tom. Dado que eu sou do género de obedecer às ordens dos magistrados, mesmo que na altura a Ana ainda fosse uma magistrada em potência, eu passei a ter mais cuidado com a minha voz, baixando-a sempre que possa causar perturbações... Vá, sempre, sempre talvez não...
Enfim, o problema nesta estória é que nem todos tiveram uma amiga magistrada tão clarividente. Pois no vôo Helsínquia-HK consegui adormecer depois de tomar uns 4 ou 5 comprimidos para o sono e dormi umas 3 horas até que um tipo Finlandês com a voz mais metálica que eu alguma vez ouvi e que estava sentado na fila à minha frente decidiu começar a conversar com um velhote Italiano e me acordou.
Primeiro eu achava que estava a sonhar e não percebia porque é que no meu sonho havia de entrar um Finlandês a falar mal Inglês que repetia vezes sem contas que ia para o Bangladesh e que tinha muito respeito pelas pessoas mais velhas mas quando me apercebi que afinal não estava a sonhar e comecei a fazer as contas às horas que tinha dormido cresceu em mim uma fúria que, mesmo assim, me saiu pela boca de uma forma controlada e cortêz:
"- Could you please keep it low because there are people trying to sleep? Thank you!"
Talvez o excesso de educação não me tivesse deixado ser tão claro quanto gostaria de ter sido, porque mal me deite continuei a ouvir a voz metálica a ressoar nos meus ouvidos:
"-Do you know where Bangladesh is?" O velhote vinha de Itália, não vinha do Burkina-Faso... "I was born in 1980, but I have the greatest respect for older people!" E que tal o velhote Italiano mandá-lo ir chamar velho ao Pai Natal?
Fui ficando cada vez mais nervoso com a situação, a fúria quase que me estava a fazer espumar para cima da almofada e já sentia que estava a ficar um bocadinho encarnadinho e que qualquer olho atento poderia ver o vapor a sair-me dos ouvidos até que me levantei e num sussurro quase a berrar (sabem como é um sussuro-berro?), lhe disse com um tom um tanto quanto irado:
"- Will you shut the f... up? Are you too stupid to see everyone around you is trying to sleep? Get a record of your voice and try to listen how annoying you sound but do it later and now, SHUT THE F... UP!"
Saio aqui em defesa da honra e reputação dos senhores meus Pais que tentaram fazer de nós os 4 pessoas minimamente educadas e polidas. Até que tiveram bastante sucesso com os outros 3...
Bem, depois de descarregar a minha raiva e do Finlandês se calar, dormi que nem um justo mais umas 3 horas até acordar com o pequeno-almoço à minha frente que me tinha sido posto à frente pelo rapaz com sapatos Pierre Cardin ao meu lado. Se ele não tivesse feito isso, a hospedeira tinha passado por mim sem parar e eu tinha morrido de fome, mas acho que ele o fez em gesto de agradecimento.
Depois disso, o homo-metalicus-irritantis vira-se para ele e pergunta-lhe se eu ("your friend") tinha dormido bem e estava mais calmo. Em vez de ser um gentleman e agradecer o facto dele se ter calado, só consegui resmungar um: "Yeah, I slept, but not thanks to you!"
Ainda bem que eu confio num estudo Americano que uma vez li no qual se dizia que as pessoas baixas raramente são envolvidas em lutas por 3s porque não parecem constituir uma ameaça que valha a pena repelir...

Desilusão com os Finlandeses (leia-se Finlandesas)

Aqui há uns anos fui visitar a Mafalda a Copenhaga e o que vi por lá deixou-me verdadeiramente rendido à Escandinávia. Claro que os castelos são muito bonitos, os jardins também e aqueles toques de exotismo em Cristiânia e de magia no Tivoli fazem desta capital Europeia uma cidade muito simpática, mas aquilo que verdadeiramente faz da Dinamarca um estrondo de país é (como é que hei de pôr isto de forma a não ferir susceptibilidades femininistas?) o potencial humano da sua população feminina. (uff! até que acho que me saí bem!)
Pois depois de conhecer o enorme potencial humano das raparigas Dinamarquesas, estava felicíssimo de viajar com a Finnair via Helsínquia porque não podia estar mais convencido que este potencial humano era comum a todos os países escandinavos e estava à espera que ao meu lado se sentassem raparigas (hummm...) intelectualmente estimulante, com quem eu pudesse manter uma agradável conversa ao longo dos dois longos vôos Lisboa-Helsínquia e Helsínquia-Lisboa, conversa que pudesse, por exemplo, me servir de base à preparação das aulas de Filosofia do Direito, claro!
Pois a desilusão não podia ter sido maior. Digamos que as raparigas Finlandesas que vinham no avião (todas sem excepção, pelo menos no vôo de Lisboa, no outro o avião era maior e não dava para ver toda a gente) têm muito pouco em comum com as Dinamarquesas... Serão mais ou menos uma mistura entre o pior das Russas com o pior das Alemãs, ou seja, humm... Pouco estimulantes intelectualmente falando.
Eu a certa altura até vi duas que me pareceram intelectualmente estimulantes 3 filas à minha frente, uma loura arruivada de olhos azuis e sardas e a outra de cabelo e olhos castanhos e com narizinho de Cleópatra, ambas com ar de perceber uma data de coisas sobre Aristóteles, Montesquieu e Rawls mas não só estavam afastadas do corredor por uma enorme e assustadora Finlandesa (muito parecida em todos os aspectos com o Pai Natal, até nas barba) como estavam a falar Inglês com um sotaque muito Inglês, o que me fez desconfiar que não eram Finlandesas...
Pronto, e esta foi a desilusão, não me senti intelectualmente estimulado a entrar em nenhuma conversa e continuei a estudar "Uma teoria de Justiça" de Rawls para a aula de hoje...

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Dançando com as noivas

No Sábado dancei com duas noivas: a Mafalda e a Joana!
Como já escrevi antes, estive no casamento do Tim e estive até este acabar, mas como a cerimónia tinha sido ao meio dia, a festa acabou antes do casamento da minha querida amiga Joana com o Bruno (nenhum deles cinturão negro) que tinha sido às 4 da tarde.
Infelizmente, quando cheguei ao casamento da Joana já estava para lá de Bagdad (do ponto de vista de Macau, dado que estava em Lisboa) mas ainda reuni as forças necessárias para dançar com a noiva.
Nunca tinha dançado com duas noivas no mesmo dia e gostei muito da experiência! Ambas dançavam muito bem mas, infelizmente, os meus dotes como dançarino não vão ao ponto de conseguir dançar tão bem com uma rapariga "vestida à civil" como com uma rapariga com um vestido até aos pés.
Nota mental: pedir à minha noiva para não levar vestido até aos pés quando nos casarmos... Sim, esse dia há-de chegar, nem que encomende uma daquelas noivas russas pela Internet!

Últimas notícias:

- a Finnair perdeu-me a mochila, qua ainda está em Helsínquia a congelar, mas vão entregar-ma a casa amanhã;
- enquanto eu tomava banho rompeu-se um cano do esquentador mas o senhorio vai lá amanhã com uns canalizadores para arranjar aquilo ou para substituir o esquentador a gás por um eléctrico que estava lá a mais;
- o inquérito que a Universidade lançou sobre o "caso do cretino" teve fim com uma carta de aviso e não com um processo disciplinar.

Entregando o Tim

Ao lerem o post anterior os inteligentíssimos, fantastiquíssimos e formidabilíssimos leitores deste humilíssimo blog devem ter ficado a pensar: "Mas este gajo é louco? Isto valia a pena?"
Meus amigos, tudo vale a pena quando a alma não é pequena e aqui tratava-se do casamento do meu grande amigo, e agora afilhado de casamento, Tim com a sua Mafaldinha (atenção, não confundir com o Timme Dinamarquês e com esta Mafaldinha).
O Tim e eu trabalhámos juntos desde 2000 na Junta de S. João de Brito mas foi numa Missão com o Movimento de Schonstadt em Coruche em Fevereiro de 2003 logo seguida de projecto de acção social do MSV em Agosto e Setembro do mesmo ano que ficámos mais amigos.
Aqui há uns 3 anos o Tim conheceu a Mafalda, uma respeitável cinturão negro de Tae-Kwon-Do, e faz por agora um ano e tal que este simpático casal foi o primeiro a experimentar o primeiro utensílio que eu tive no Château d'Alvim, o conjunto de fondue! No Sábado passado deram o golpe marcial da sua vida e eu não podia mesmo faltar a este acontecimento porque, como padrinho, quase se pode dizer que fui entregar o Tim e que este ficou em muito boas mãos (quem é que se vai meter com o marido de uma cinturão negro de TKD??).
Eu queria mesmo meter aqui fotografias do novo casal para se poder ver como estavam felizes, como a noiva estava uma braza (eu posso dizer isto duma cinturão negro porque estou bem longe do alcance de um pontapé e até ao Natal ela esquece), como o noivo estava tão bem apessoado, etc. Infelizmente, esqueci-me da my precious em Lisboa. Ainda bem que se pode sempre contar com o blog do lado para suprir estas faltas...

Ressonando no avião

Quando se diz "isso fica lá para a China" ou "já estou para lá de Bagdad" não se exagera:a China fica mesmo longe para burro. Aliás, para burro não, coitado do bicho chegava cá morto, fica longe para avião. E mesmo assim...
Pois é, dado que eu saí daqui (leia-se HK) à meia noite de 5ª para 6ª feira, planeava dormir todo o caminho até Zurique e chegar a Zurique fresco que nem uma alface. Para me assegurar que tal acontecia, comprei uns comprimidos para dormir e tomei logo dois no fim do jantar dado no avião, que era só para as dúvidas. De facto fiquei cheio de sono mas como ia num lugar central não tinha onde apoiar a cabeça. De cada vez que adormecia, a cabeça caía para trás, eu dava um ronco bem alto e acordava com o próprio ronco!
Adormecia, dava um ronco, acordava...
Adormecia, dava um ronco, acordava...
Adormecia, dava um ronco, acordava...
Parecia uma tortura da KGB!
Ainda tentei algumas posições fantasiosas que incluiam aninhar-me entre o meu banco e o do lado que estava vazio, mas nada funcionou! Cheguei a Lisboa de rastos! E as pessoas que me rodeavam não devem ter chegado melhor, se acordavam com cada ronco que eu dava.

Muito para contar...

Pois é, este FDS fui a Lisboa numa visita relâmpago e tenhomuitas e variadas estórias:
- Ressonanço no Avião
- Entregando o Tim
- Dançando com as noivas
- Desilusão com os Finlandeses (leia-se Finlandesas)
- O cana-rachada irritante que por pouco ia levando com um tiro na cabeça
- Uma surpresa à chegada
Infelizmente agora o tempo não é muito, pelo que serve este post apenas para dizer que acabei de chegar a Macau, estou muito bem tirando uma mocada de sono que nem me aguento nas pernas, a minha mala (aka mochila de campismo) ficou algures em Helsínquia com uma biblioteca lá dentro (se nada desaparecer até é bom porque ma vêm entregar a casa e assim poupei-me a andar a carregar com ela até à Taipa).

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Famosos em Macau

Hoje, estava eu descansado da vida a comprar pérolas para a minha amiga Maggy (comprar pérolas é uma coisa que eu faço muitas vezes... eheheh) quando entra pela loja adentro o Eng. Anacoreta Correia. Como é óbvio, eu não posso ver uma pessoa famosa que meto logo conversa e fiquei surpreendido: muito terra-a-terra, muito simpático... Fossem todos os políticos assim...

Hablas Español?

Ontem conheci um Americano que veio mais uma vez com a conversa de que não sabia falar Holandês, ao que eu lhe respondi que eu também não dado que era PORTUGUÊS, o meu nome é PORTUGUÊS, os meus Pais, Avós, Bisavós e Trisavós são PORTUGUESES e que os Holandeses não usam barba (sim, eu voltei a deixar crescer para voltar a ser um genuíno Tuga). Pronto, se calhar há muitos Holandeses com barba e a maioria dos Portugueses não a usa, mas todos os argumentos são genuínos até serem controvertidos e ele não respondeu que conhecia muitos Holandeses com barba...
Em vez disso, já estava eu fulo e a falar devagarinho e com um sorriso como eu falo quando estou fulo, quado ele se vira e diz com aquele à vontade misturado com a bronquice que caracteriza os Americanos:
"- Ah! Ès Portugues! Pues yo hablo un poquito de Español!"
Quase lhe dei um tiro!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Sangue Chinês

Fizeram uma colecta de sangue cá na Universidade e eu fui a primeira pessoa a chegar, ontem às 11h, para dar sangue. Por todo o lado na Universidade pediam especialmente aos Caucasianos para dar sangue, pelo que eu decidi espalhar a minha nobreza pelo Oriente (olha os Chineses todos a ficarem com sangue azul: será que ficam betos como eu?).
E o motivo para isto é muito simples:
- 99,5% dos asiáticos têm um tipo de sangue positivo;
- 15% dos caucasianos têm um tipo de sangue negativo.
Ora, como 99% dos dadores em Macau são asiáticos, a possibilidade de um Caucasiano com sangue negativo ter sangue compatível com o seu se for parar ao hospital é quase nula (até porque os negativos só podem receber dos negativos).
Quando os médicos me viram correram para mim felizes da vida mas eu tratei logo de os desapontar: "oh meus meninos, eu cá tenho A+, como a maioria dos Chineses!"
Pronto, ficaram muito tristes mas mesmo assim filmaram-me, tiraram-me fotografias e acho que se eu não tivesse saído dali a tempo, ainda me tinham pedido um autógrafo. Esta é a reacção que eu provoco em qualquer lado onde vá...

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Grande Prémio de Macau

(Antes de mais devo avisar o Rui que talvez não seja boa ideia ler este post, pode ficar nervoso… eheheh)
Este fim-de-semana decorreu o grande prémio de Macau, um dos maiores eventos do ano por estas bandas e eu não podia ter arranjado melhor companhia para ir: dois Alemães e uma Israelita tão conscienciosos do dinheiro como eu, ou talvez ainda mais (sim, é possível). Pelo que bem cedo lá apanhamos o autocarro gratuito porque durante o GP os autocarros são gratuitos.
Quando lá chegámos, verificámos que os preços não eram o que esperávamos (€30,00 ou €35,00 por lugares de 2.ª categoria) pelo que decidimos investigar modos de não ter que pagar. Íamos a passar por um centro comercial mesmo à beira de uma das ruas principais do circuito do grande prémio quando eu vi uma porta a dizer “staff only”, que em Português quer dizer: “venham cá ver se encontram um bom lugar para ver o GP”. Entrámos discretamente (uma das minhas mais marcadas características logo a seguir a ser consciencioso com o dinheiro, é ser discreto), subimos ao último andar e entrámos numa sala com os exaustores dos ares condicionados do edifício e com uma vista fenomenal sobre o percurso.
Talvez a sala não estivesse tão limpa quanto se poderia esperar e provavelmente menos uns 10ºc tivesse tornado o ambiente mais respirável, mas uma das corridas estava quase a começar e não há dúvida de que a vista não podia ser melhor. Os Ingleses costumam dizer que "beggars can’t be choosers”, o que em Português quer dizer “gente de tão alto gabarito merecia que alguém tivesse limpado o sítio e posto um ar condicionado”.
Depois desta primeira corrida, decidimos que gente fantástica como nós estava bem era na curva do Casino Lisboa, que é o local mais ambicionado porque é onde mais carros se espetam, e que deveria ser aí que devíamos ver a fórmula 3 da parte da tarde. Lá fomos mas achámos que talvez pagar €80,00 não estivesse dentro do nosso espírito de gente parcimoniosa. Vai daí, enquanto eu e os dois Alemães estudávamos a possibilidade de trepar as grades da bancada, a nossa Princesa Hebraica foi lançar charme aos guardas Filipinos. Apesar dos nossos engenhosos e muito discretos projectos, que envolviam, por exemplo, trepar para cima de umas casas-de-banho de plástico que ficavam mesmo em frente à esplanada montada para a ocasião e que estava cheia de gente, o charme funcionou melhor e passado pouco tempo estávamos lá por detrás de umas bancadas ante a complacência dos guardas perante a beldade do grupo. Às vezes penso que se tivesse nascido rapariga já teria conseguido poupar uma fortuna ao longo da minha vida…
Quando acabou a primeira corrida (que ainda não era de fórmula 3 mas de uma outra fórmula qualquer), toda a gente começou a sair para almoçar e nós percebemos que bastava um carimbo na mão para voltarmos da parte da tarde e nos irmos sentar nas bancadas! Foi como roubar um doce a uma criança! (Não, nunca fiz tal coisa!)
Lá fomos comer as nossas sandes trazidas de casa e no fim disso sentimos sede. Foi aí que os engenhosos Alemães se lembraram de ir buscar bebidas ao casino Wynn que as distribui de graça na sala de jogo. Para quem não sabe, eu, como funcionário público, não posso ir às salas de jogo, mas nada os impedia de me trazerem bebidas, que foi o que aconteceu…
No fim do almoço fizemos uma sesta nos escorregas do jardim infantil e quando a hora da corrida se aproximou, lá regressámos com as nossas mãos carimbadas e lá nos fomos sentar confortavelmente nas bancadas. Pronto, tivemos que mudar de lugar 3 vezes porque havia uns aldrabões que insistiam que os nossos lugares eram deles, mas lá que ficámos estrategicamente sentados, ficámos!
No fim do dia, comecei a fazer as contas e achei que com sorte me ia deitar sem ter gastado uma pataca mas decidi ir à Missa e eis que aqueles exploradores de consciências me passam um cestinho das esmolas à frente e fazem aquele ar de “ah e tal e coiso é para os pobrezinhos!” E eu sou o quê? Um Rotschild?

sábado, 17 de novembro de 2007

Passaporte cheio!

Ontem decidi faltar a um seminário que tinha ao fim da tarde mas o motivo foi bom: passar algum tempo de qualidade com o Afonso e a Francisca em HK. Foi com alguma consternação que reparei que o meu passaporte tem já 7 páginas cheias de carimbos das minhas excursões a HK e que se continuo desta forma dentro de 3 meses tenho que pedir um novo e pagar mais 60 euros!
Bem, esta é uma pequena preocupação, nada comparável ao dia óptimo que passei em tão boa companhia em HK!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Coisas que só na China

O meu amigo Alex estava-me ontem a contar que a Universidade de Macau não é considerada das melhores na China e um dos principais motivos é que cá os alunos chumbam. Pois, parece que o Ministério da Educação Chinês, para aferir da qualidade das Universidades, conta negativamente com o factor "chumbo", o que quer dizer que mesmo nas melhores Universidades é muito raro um estudante chumbar.
Assim, depois de anos de muito estudo para entrar numa Universidade considerada de primeira classe, os estudantes podem finalmente descansar, jogar jogos de computador, passear... Desde que vão às aulas e não sejam completamente desprovidos de cérebro, o curso já está garantido!
Já percebi de onde é que a Ministra Maria de Lurdes Rodrigues foi tirar ideias para a sua "brilhante" política educativa...

Coisas que só em Macau... II

Nunca tinha reparado, até ontem a Francisca e o Afonso me chamarem a atenção, mas há um muro estranhíssimo, branco, que serpenteia uma colina da Taipa e que não serve para nada!
Explicação científica: a ponte Nobre de Carvalho, que tem um alto no meio para os barcos poderem passar por baixo, é o corpo do dragão, o Casino Lisboa em Macau, é a cabeça do dragão e aquilo na Taipa, é a cauda.
Faz todo o sentido, não faz?

Coisas que só em Macau... I

Diz que o templo de A-Man, uma das maiores atracções turísticas de Macau, e que, por acaso, aqui na brilhantíssima opinião do modestíssimo escritor deste blog, é mesmo muito bonito, fechou porque era da propriedade de duas famílias que se zangaram.
Isto de um templo ser propriedade de quem quer que seja é um bocado estranho, não é?

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Branca de autor e o ginásio

E pronto, aqui me encontro eu com branca de autor, o que, quanto mais não seja, é finíssimo! Quer dizer, só os escritores a sério, aqueles que publicam livros e tudo isso, é que têm brancas de autor certo? Quer dizer, a avózinha que quer dizer ao neto que tem os bifinhos Strogonov e o arroz no frigorífico não tem brancas de autor quando enfrenta o bloquinho dos post its amarelos.
Mas eu agora tenho brancas de autor quando abro o blogadíssimo! Abro-o e fico para aqui a pensar sobre o que hei-de escrever e acabo po saltar para os blogs das Mafaldas, do Tiago, da Xana, do Isaac e vou saltando de blog em blog a ver se a inspiração me aparece até ficar sem tempo.
Mas ao menos eu não sou como os outros autores que têm brancas sem motivo nenhum, eu percebo muito bem porque é que tenho brancas... E hoje de manhã percebi o porquê da minha branca presente: a culpa é das obras no ginásio!
Quando vou ao ginásio de manhã, por entre máquinas, passadeiras de corridas, remos, etc., vou criando os meus posts na cabeça porque me começo a lembrar de coisas engraçadas que aconteceram e que eu gostaria de partilhar com a malta lá de casa, mas agora já não o consigo fazer porque o ginasio entrou em obras. Imaginem, estou eu ali a correr na passadeira a imaginar-me a correr pelos Alpes e a cantar o Edelweiss quando começo a ouvir o martelo pneumático na sala do lado. Depois estou eu no remo a imaginar-me em Oxford e a ouvir o capitão de equipa a dizer num tom fantásticamente Oxfordiano "raw dear mates, raw" e essa imagem é desfeita por um berbequim logo do outro lado da paradezinha que está a 20 cms dos mes ouvidos!
Tudo isto estraga uma manhã no ginásio e faz perder a qualidade de qualquer blog!
Daí a branca de autor... Se quiserdes o blogadíssimo a funcionar a 100%, mandai-me dinheiro para me inscrever noutro ginásio (o da Uni é de graça) e para comprar uma mota (o da Uni é a 40 segundos de minha casa).

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Bem vindos!

Mesmo com branca de autor não podia deixar de dar as boas vindas à Francisca e ao Afonso que chegaram ontem a Macau para uma semana oriental.
Só um parentisis nestas boas vindas para dizer que estou numa esplanada da biblioteca para ter wireless e na mesa do lado está um grande grupo de alunos, alguns da minha aula e eis que se não quando se ouve um roco assustador: era o meu estômagoa queixar-se de fome. Anda bem que coincidiu com uma exclamação mais alta de ma das alunas e aho que niguém notou aqui no urso...
Continuando: a chegada deles foi uma óptima ocasião para conhecer oZe, irmão da Francisca, e a Luísa, cunhada, bem como os três filhos: as gémeas que só se distinguem pela côr do gancho (acho que a Maria do Mar tem gancho azul e a Maria de São-José tem o gancho côr-de-rosa mas agora não tenho a certeza) e o recem-nascido Sebastião que dorme que nem uma pedra mesmo quando as irmãs estão a fazer o maior regabof!
(Ai que vergonha, outro ronco e agora ninguém fez barulho! Eles foram educados e fingiram que não ouviram...)
Já o Afonso foi o primeiro hóspede do pagode... É um hóspede muito fácil de se ter: não ressona suficientemente alto para chegar o som ao meu quarto, pelo que é perfeito! para além disso é um hóspede simpatiquíssimo... Venham mais hóspedes assim a qualquer altura!
Pronto, omeu estômago não aguenta mais e eu posso desmaiar a qualquer altura pelo que me vou pôr a caminho. Anda são uns bons 3 minutos de caminho... Uff!

São Martinho em Macau

Pois que o São Martinho também se comemorou em Macau... Um grupo de Portugueses que partiham uma casa convidaram os amigos, entre os quais a Raquel e eu apareci de penetra: caras ovas, caras já conhecidas, muito bom ambiente e conversa melhor ainda.
Infelizmente estou com uma branca de autor e não me sái nada de jeito. Pois é, acontece a todos.
Não teria uma branca de autor se não fossem 11 da noite e eu não estivesse sem comer desde o meio dia e meia, mas queria responder aos mails antes de me ir deitar porque tive um diaca´tico e amanhã tenho outro.

sábado, 10 de novembro de 2007

Pagode Limpíssimo

Ontem lá deixei o Pagode a ser limpo e quando cheguei a casa nem queria acreditar, estava limpíssimo! Impecável, mesmo! Pode-se comer no chão (se bem que eu não veja a utilidade de se fazer uma coisa dessas). Até estava de certa forma redecorado, tinham mudado algumas coisas de sítio, tinham arrumado outras coisas onde devia ser, etc..
Estava tão limpo, tão limpo, que eu fiz como os Chineses e tirei os sapatos mal entre para não sujar, adoptando esse hábito destas bandas.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Qual é coisa qual é ela...

Que é gira, divertida, inteligente e boa conversadora...
Que adora tropeçar em todo o lado...
Que tira fotografias compulsivamente como se não houvesse amanhã...
Que gosta muito de dançar mas depois atira-se para o chão sem avisar...
Que tem um dos melhores blogs da blogosfera...
E que faz anos hoje?
Querem uma pista?

Cidade Proibida, Pequim, tirada com a my precious em Fevereiro de 2006

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Problemas no Pagode II

Continuando então a descrição dos porblemas que eu tenho tido com o Pagode Alvim:
4.º problema: cama – Tanto a Teresa como o Pedro tinham-me dito que tinham camas em segunda mão para vender e como o quarto amarelo ainda não tem cama, eu precisava mesmo de uma para lá. Mas quando me instalei e comecei a fazer contas ao quarto, vi que as camas que eles me propunham eram inaceitáveis porque o quarto é pequenino, já lá tem uma secretária e eu ainda lá quero montar umas estantes para livros e com cama de casal aquilo não ia funcionar mesmo. Vai daí, fui hoje comprar um sofá-cama muito giro que eu já tinha visto numa loja aqui ao lado de casa mas já só tinham com capa amarela e para fazerem um com capa verde, iam levar 2 semanas. Levantava-se aqui um sério problema: o quarto já é amarelo e com um sofá amarelo ia ficar enjoativo, mas o Afonso, o primeiro hóspede do Pagode Alvim, chega já no Sábado pelo que eu não podia esperar duas semanas. A dona da loja disse à empregada que eu não podia trazer os sofás agora e as capas dentro de duas semanas, mas eu lá fiz o meu sorriso mais charmoso, fui falar com ela, disse-lhe que ela tinha um ar muito simpático, ela derreteu-se toda e eu acabei por trazer o sofá sem capas e dentro de 2 semanas eles entregam-me as capas verdes que vão combinar muito bem com os cortinados verdes e amarelos. Acho que lhe vou chamar “Quarto Brasil” e o outro fica o “Quarto Argentina” (azul e amarelo). Oh Tiago, vê lá se nos teus passeios me trazes uma bandeira do Brasil e outra da Argentina para eu pôr em cada quarto, faz favor!
5.º problema: duche – A grande mais valia do Pagode Alvim era o seu duche XPTO com rádio incorporado e hidro-massagem no entanto, todavia, contudo, este não funcionava! Quer dizer, o rádio até era bom, mas quando se rodava a torneira a água não saía. Como podem imaginar, isso é um problema porque a música não me ia deixar limpinho todas as manhãs. O Dr. Bruxo, meu senhorio, mandou lá ontem um homem que disse que não sabia arranjar aquilo pelo que hoje, neste momento, estão a levar o duche XPTO ainda por estrear embora e a montar um polibã normal. Lá se vão as minhas horas de hidro-massagens ao som da boa música chinesa! Nos entretantos tenho ido ao ginásio tomar banho de manhã…
6.º problema: limpezas – A casa está a precisar de uma limpeza mais urgentemente do que um beduíno precisa de água no deserto e eu não quero que depois de conhecer os Alvins há tantos anos, o Afonso fique a pensar que somos um bocadinho assim a dar para o porquinhos… Claro que também há o problema de eu poder ficar asmático com tanto pó ou apanhar uma infecção se cortar um dedo, mas a reputação da família é mais importante que a própria saúde, certo? Vai daí a Mariana arranjou-me um homem que amanhã me faz uma limpeza geral, tipo de alto a baixo, no Pagode enquanto eu estou nas aulas. Já estava a ter pesadelos a imaginar-me a mim com uma esfregona na mão e um balde na outra! É que eu gosto tanto de algumas tarefas domésticas como cozinhar (OK, é a única que gosto, mas com 27 anos completos não estou em posição de espantar noivas) como detesto outras como arrumações e limpezas!
Bem, depois de todos estes problemas quase resolvidos, hoje surgiu a hipótese de a partir de meados deste mês partilhar o Pagode Alvim durante três meses. Eu não o queria partilhar porque queria receber visitas à vontade mas, tirando o Afonso, ninguém está a pensar ficar no Pagode até Janeiro... Ninguém não, a Madalena disse-me que umas amigas viriam cá para o fim do mês... A ver vamos! O Pagode, tal como o Château e qualquer outra casa que eu venha a ter ao fim da minha vida, é elástico! :-) Lá no Château, que certas pessoas injuriosas diziam ser pequeno, chegámos a dormir 8 pessoas ao mesmo tempo. E ninguém se queixou! ehehehe

Problemas no Pagode

Mudei-me há dois dias para o Pagode Alvim, a minha nova residência oficial. Esta mudança não está a ser fácil, mas com algumas preciosas ajudas a coisa está-se a compor.
1.º problema: cortinados – Nunca por nunca conseguiria dormir sem cortinados com a luz a entrar-me pelas janelas do meu quarto pelo que tive que mandar fazer uns na costureira oficial da comunidade estrangeira de Macau, a Fiona. Toda a gente por estes lados a conhece! Encontrar uns tecidos de que eu gostasse não foi fácil mas lá consegui! Para a sala fui pouco original e comprei um tecido muito parecido com o que o Luís tem em casa dele, brancos com uns instrumentos e umas letras chinesas pretas e uns selos encarnados. Ficaram muito giros! Para os quartos comprei uns de riscas que parecem pintados à mão: para o quarto amarelo um com riscas amarelas e verdes e para o quarto azul um com riscas amarelas e azuis. Na parte de trás, a Fiona pôs um tecido prateado fantástico que tapa a luz por completo. O meu quarto está tão escurinho!
2.º problema: lençóis - Não tinha lençóis nenhuns e teria que os ir comprar à pressa, optando pelos únicos que eu tinha visto, com o ursinho Puff, a Hello Kitty, o Mickey ou com uns padrões em tons lilazes, laranja e castanhos de se fugir. Já estava deprimido com a ideia mas o Marcos resolveu a situação e emprestou-me uns lençóis até eu ir a HK ao IKEA comprar umas coisas de jeito.
3.º problema: toalhas – Consegue-se comprar umas toalhas de jeito em Macau porque ainda no outro dia passei por uma loja e vi umas aceitáveis. Vá, não seriam a minha 1.ª escolha em Lisboa, mas não me iam dar pesadelos. O problema é que acabei por não as comprar e na noite em que me mudei para cá ainda não tinha toalha e teria que ir lá de manhã antes do banho. Graças a Deus apareceu-me a Madalena, acabadinha de vir de Shanghai, que me resolveu a situação e me deu uma toalha bem portuguesa, bem felpudinha, gira e macia!
Os problemas ainda não acabaram, mas o meu tempo acabou... Hasta!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Vinde e vêde!

Eu bem sei que esta fotografia não é a melhor do mundo: dá um certo ar gayzolas dois homens a beber do mesmo côco, eu tinha faltado à minha marcação com o cabeleireiro essa manhã e o Rui, que não quer aparecer na net, não fica lá muito bem sem cara, mas eu não podia resistir a pôr esta foto na net para as pessoas que estão em Lisboa a passar frio comecem a pensar viajar pela Ásia e visitarem a malta que cá vive.

Singapura

Em Singapura conheci uma rapariga gira, vivaça e interessante na rua e decidi dançar com ela.

Tributo a Newton de Salvador Dali.

Se os Londrinos têm o London Eye, os Singapurinos têm o Singas Eye.

6 de Novembro

Dia do Beato Nuno