Um blog brilhantíssimo, formidabilíssimo, magníficíssimo, inteligentíssimo, fantastiquíssimo, mas, acima de tudo, humilíssimo!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Mudança de nome
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Baby boom in Macao?
domingo, 21 de outubro de 2007
Fim-de-semana prolongado
O facto de o meu amigo Bernardo Couto vir tocar a Hong Kong num concerto da Cristina Branco do festival do mundo Mediterrâneo do Centro Cultural de HK, deu-me uma desculpa para ir passar mais um fim de semana a Hong Kong, aproveitando Sexta ter sido feriado (dia Chinês dos mortos). Fui na Sexta depois de almoço porque ainda tinha um trabalho para acabar de manhã mas só no concerto de Sábado à noite consegui estar com o Bernardo porque um precalço de última hora, levou a que eles tivessem que ensaiar muito mais.quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Blogues Vizinhos
A Formosa e a União Nacional
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
China e Ambiente
Nova Constituição
terça-feira, 16 de outubro de 2007
China e Democracia
Iniciou-se ontem a semana do 17º congresso do Partido Comunista Chinês e por estes lados não se fala de outra coisa. 1/20 avos da população Chinesa é filiada no PCC, o que o faz o maior partido do mundo, e o número de congressistas é cerca de 2300.Os congressos do PCC são realizados de 5 em 5 anos e tecem as orientações gerais que o Partido dará ao país no quinquénio seguinte.
Ontem, enquanto estava no ginásio, estavam a passar na televisão o discurso do porta-voz. De vez em quando, ele interrompia o discurso para que todo o congresso pudesse obedientemente bater 5 segundos de palmas sincronizadas e, deste modo, mostrar a unidade do Partido.
Ora, o que o porta-voz veio dizer, no que toca à política interna, foi essencialmente que a China ia prosseguir no caminho do “Comunismo de estilo Chinês”, o que quer dizer uma Economia de Mercado controlada pelo governo que é controlado pelo partido, que ia haver reformas políticas mas que a China não ia seguir o exemplo Ocidental.
Ora, o exemplo Ocidental é algo difícil de definir… Será que ele se referia ao Capitalismo puro e duro dos EUA ou à Social-democracia Europeia? Será que ele se referia ao multipartidarismo Continental ou ao dualismo partidário Anglo-Saxónico?
Parece que a única coisa que os países do “Ocidente”, enquanto considerarmos só a Europa e a América do Norte, têm em comum apenas um sistema em que a soberania reside nos povos que governam através dos seus representantes eleitos e povos e seus representantes/governantes todos têm que respeitar uma Constituição que assegura os Direitos, Liberdades e Garantias para todos, não só os que estão em maioria.
Então, afinal de contas, o que o porta-voz do PCC quis dizer só pode ser que é este modelo que ele não quer seguir, certo?
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Nova Constituição
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Interrupção
Parabéns Mestre Gonçalo!
Inglês Técnico
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
É uma vida dura...
domingo, 30 de setembro de 2007
Os Americanos
Hoje estive a almoçar com o Peter, que é um Americano cheio de piada e bom humor e veio à baila a conversa dos liceus. Já dois amigos meus que tinham feito o 12º ano nos EUA com aquela organização AFS ou coisa que o valha, me tinham dito que andar num liceu americano é como fazer parte de um daqueles filmes sobre liceus, mas o Peter, de um ponto de vista ainda mais interno, veio confirmar a 100% estas informações anteriormente obtidas.sábado, 29 de setembro de 2007
Jovens Ocidentais
Eles então começaram a queixar-se que, enquanto criancas e adolescentes, todos os dias tinham aulas das 7 da manha as 6 da tarde e depois ainda iam para casa fazer não sei quantas horas de trabalho de casa. Para alem disso ainda tinham aulas aos Sábados de manha e passavam os Sábados a tarde e os Domingos a estudar, bem como as ferias, para as quais levavam livros inteiros de “trabalhos para ferias” - acho que isto deve ter sido uma invenção do Mao ou de um outro grande homem como ele... Quem mais se iria lembrar de trabalhos para ferias?
Quando eles acabam de expor os motivos das suas queixas (cahiers de doleances) eu disse-lhes que tinham mas era muita sorte porque crescer num pais Ocidental era muito mais difícil! Eles não queriam acreditar e eu expus-lhes uma data de coisas a que nos, pobres crianças e adolescentes Ocidentais estávamos expostos:
- No Verão, em vez de eu estar sossegadinho em casa a estudar no fresquinho, ia o mês de Julho quase inteiro para casa de uns Tios na Praia Grande onde tinha que ir de bicicleta ate a praia (uma estafadeira!) e depois ainda estar a apanhar Sol para ficar bronzeado, ir ao mar para não fritar, voltar para o sol, jogar raquetes com o meu primo Rodrigo. Uma canseira! Depois ia o mês de Agosto quase todo para a Figueira da Foz, metade do mês em casa de uma Tia e a outra metade com os meus Pais, onde a dose de banhos e Sol se repetia. Por ultimo, ainda ia para a Mesquitela, ao pé de Mangualde, duas semanas onde desde apanhar figos e amendoas e ir a piscina do Tio Catuas, ate podar os buchos ou ir bailar e comer algodao doce para as festas da Senhora do Castelo e a feira de São Mateus, tudo contribuía para eu chegar de rastos a escola em meados de Setembro.
- Durante o ano, não me era permitido estar tantas horas sentadinhos na escola a descansar enquanto os professores falavam, pelo que ainda tinha deveres de grande responsabilidade como passear o “mui nobre e sempre leal” Monty, o meu cocker spaniel, leva-lo a casa do Floppy, o melhor amigo dele perdigueiro português do prédio do lado e outras coisas tão extenuantes como estas. Sim, e ainda tive International House, Alliance Francaise, Goette Institute, natacao, ténis, rugby, tae-kwon-do... Uma canseira de vida!
- Para alem disso, ao contrario dos miúdos Chineses que tem dois pais para cada um (um pai e uma mãe) para os ajudar nas tarefas diárias e os incentivar a estudar, nos, miúdos ocidentais, somos obrigados a partilhar os pais com outras criaturas pelo que, na pratica, cresci com apenas meio pai - dois pais a partilhar por quatro irmãos, da meio pai para cada um, certo?
Depois de lhes expor alguns dos motivos de sofrimento das crianças ocidentais, achei estranha a reacção deles, mas acho que isso e porque ainda estou a conhecer aos poucos a mentalidade dos chineses. Em vez de dizerem “coitadinho” e fazerem-me cafune na cabeça, queriam-me bater, os malandros! As vezes ainda me vejo Grego para compreender os Chineses!
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Docilidade Chinesa
Quando eu anunciei que vinha para a China, não foram poucos os comentários depreciativos que eu ouvi sobre os Chineses. Acho que é compreensível que isso aconteça pelo simples facto de serem tão diferentes de nós em tantos aspectos e serem ainda tão pouco conhecidos pelos Portugueses, apesar de já nos conhecermos há quase 500 anos.The Brave One
Ontem fui à Torre de Macau com o William ver este filme e, como professor de Direito (eheheh) recomendo vivamente. Aliás, até posso começar a fazer deste fantastquíssimo, jurisdicíssimo mas, acima de tudo, humilíssimo blog uma espécie de programa de Domingo à noite com o Professor Marcelo e vou dando aqui conselhos magistrais...
Passando à frente, ao filme...
Pois que recomendo vivamente o filme porque nos faz pensar na nossa Justiça: Será que "ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão"? E se esse ladrão tiver sido roubado antes? Qual a legitimidade dos tribunais para aplicar penas? E qual a legitimidade dos particulares de fazê-lo por sua livre e espontânea vontade? Já agora, e mais importante que isto tudo, será que alguém, tribunais ou particulares, deve ter direito a ceifar uma vida humana em nome da justiça? (A pergunta não está muito descontextualizada porque aqui há uns meses a maioria dos votantes Portugueses foi da opinião que ceifar uma vida humana em nome da liberdade sexual é uma coisa justificável... Ora, aqui entre nós, eu valorizo mais a justiça que a liberdade sexual, deve ser defeito profissional!)
Se o filme nos faz pensar nestas importantes questões dignas de uma aula de Teoria do Direito (acho que os meus alunos vão ter direito a ver este trailler na próxima aula), devo confessar que não gostei muito do excesso de sangue e violência e do final demasiado côr-de-rosa e Hollywoodesco.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Servir o chá
Certo dia o Imperador decidiu sair do seu palácio para ver como estava o seu Império do Meio. Decidiu visitar os seus súbditos, comer com eles, ver as colheitas e perceber os seus problemas. Como para aém de Imperador era um homem sábio, decidiu viajar incógnito para poder verdadeiramente perceber os problemas dos seus súbditos que, se soubessem que ele era o Imperador, não ousariam expor os seus problemas. Sendo assim, proibiu o seu séquito de revelar que ele era o pai da China, o Sol do Império do Meio, o filho do Céu...O festival do meio do Outono
Amanhã é feriado porque é o festival do meio do Outono, o festival do bolo lunar.Elogios
domingo, 23 de setembro de 2007
Hong Kong
Pois que ontem lá fui ter com os meus amigos de Shantou: a Giulia, que acabou de chegar de ferias em Itália, a Wendy, que veio de Shantou, e o Peetu, que depois de 3 anos em Shantou, voltou para Hong Kong.
Então ontem, ainda antes do jantar, fomos ter com a Wendy a um centro comercial onde estava um grande reboliço e comoção por causa da antestreia de um filme com todos os actores e milhares de pessoas a tirar fotografias. Eu bem que tentava chamar a atenção para o facto de eu também estar ali e ser digno de capas de revistas até que a certa altura resultou, quando uma das estrelas saiu lá do palco e passa mesmo ao meu lado para ir para a sala de cinema rodeado de um grupo de fans histéricos a tirar fotografias compulsivamente.

Eu bem que conhecia aquela cara! Quem é que poderia ser? A resposta veio do Peetu, mais experiente em cinema que eu, era o Ang Lee, o realizador Formosino do Brokeback Mountain. Vejam lá a coincidência, no mesmo centro comercial os Honkongoneses terem a sorte de me encontrarem a mim e ao Ang Lee!
Depois fomos jantar a um restaurante finíssimo no Pico Vitoria mas este era tão chique, mas tão chique, que saímos todos de lá com fome. Mas o paladar das coisas pouco abundantes que trouxeram era fantástico!
Daí o Peetu levou-nos a um bar Marroquino muito engraçado onde estivemos a conversar e a fumar xixa (que para quem não sabe, é um cachimbo de água). Nesse bar juntou-se-nos mais um casal Chinês e uma rapariga Sino-Inglesa, todos amigos da Wendy.
Depois fomos explorar a noite da cidade e passeámos por uma zona muito gira do estilo do Bairro Alto, com muitos barzinhos e as pessoas a passear na rua. Nós ficamos lá num bar hispânico a dançar até que a certa altura fomos ter a uma festa privada para onde tinha ido a amiga Sino-Inglesa da Wendy. Foi aí que conheci um verdadeiro leprechaun. Que dizer, não sei se era muito verdadeiro, porque ele tinha uns dois metros de altura, mas lá que parecia, parecia... Pois este leprechaun ficou muito chateado quando eu pedi uma cerveja e barafustou divertido mas bem alto para que toda a gente pudesse ouvir (no raio de um metro, que a musica não permitia mais que isso). “Mais um Inglês nesta terra! Isto começa a estar pequeno de mais para tantos Ingleses!”
Como a pronúncia dele não podia ser outra que não a da terra das minhas amigas Grainne e Caominhe, ou seja, Irlandesa, eu exclamei muito admirado: “Ah TU és Inglês! Tem piada, eu sou Português, do país dos velhos aliados dos Ingleses que sempre os ajudaram a manter os Irlandeses na ordem!”
Ele riu-se com isto e pediu-me desculpa pelo insulto de me ter chamado Inglês, ao que eu também pedi humildemente desculpa pelo mesmo insulto. Nessa altura, por entre elogios ao IRA, ele procurou-me convencer que os Irlandeses eram os melhores do mundo, porque de uma população de 6 milhões, eles tinham chegado a 40 milhões nos EUA, mas eu lembrei-o que nós, de uma população de 10 milhões, tínhamos construído o Brasil, um pais de 200 milhões de habitantes e que, se tínhamos conseguido isto, foi graças ao esforço das nossas mulheres que já há 9 séculos que mal conseguem ver os pés durante toda a sua vida para que os filhos possam levar mais alem o génio Português, como a minha avó, por exemplo, que teve 13 filhos (isto da minha avó ter tido 13 filhos é sempre muito apreciado por qualquer Irlandês, pelo que eu faço sempre questão de dizer quando encontro um). Este argumento, mesmo que muito falseado, fez o leprechaun admitir que, logo a seguir a Irlanda, Portugal deveria ser o melhor país do mundo...
E deixando o nome de Portugal mais uma vez nos píncaros, lá voltei para Macau. Ainda encontrei um grupo grande de Portugueses também a apanhar o ferry das 4 horas. Já conhecia a Maria e o Francisco mas todos os outros foram novidades.
Conclusão: vale bem a pena dar um salto a noite de Hong Kong de vez em quando! Quanto mais não seja, para mentir à força toda sobre Portugal e, desta forma, espalhar a sua boa fama pelo mundo! Não me interpretem mal, eu até podia espalhar a boa fama com verdades, mas a conversa conduz-me sempre a dizer uma mentirita ou exagerar um bocadinho. Não é culpa minha, é da conversa!
Sou o homem-aranha!
sábado, 22 de setembro de 2007
Os Reis dos Matrecos
Vai daí, e porque já era noite de 6ª Feira, propus irmos tomar um copo. Não percebi a reacção deles, porque em Shantou os bares estavam cheios a Sexta e Sábado à noite, mas o xitex com que eles reagiram foi tal que parece que lhes tinha proposto abrir-lhes as portas da casa da Moeda e deixá-los servirem-se a vontade.
Então lá fomos ao Irish Pub, onde eu tinha estado no Sábado passado com uns amigos Portugueses e no caminho, enquanto conversávamos animadamente sobre os mais diversos assuntos, eles iam perguntando o que é que deveriam fazer quando estivessem no bar, ao que eu respondia um simples “have fun”!
Para se ter uma noção aí em Portugal, os Chineses desta idade e com o percurso deles, passaram grande parte da sua vida a estudar e sobrou-lhes pouco tempo para actividades deste género. Mesmo o desporto é importante na Faculdade por questões de saúde, não para se divertirem.
Quando lá chegámos, o ambiente não poderia ser mais fora do mundo deles: o bar estava pejado de Canadianos, Australianos e Americanos gordos, corados, reluzentes do calor e grandes a beberem muito, a falarem altíssimo e com a música aos berros. Levei logo a minha turminha para a sala do fundo, mais silenciosa, onde estão os matrecos e a sinuca (como dizem os Brazucas) e perante uma mesa que parecia um campo de futebol com uma data de homens espetados nuns paus e divididos em duas equipas diferentes, o espanto foi abismal! Nunca na vida tinham visto coisa tão extraordinária! Só mesmo os Portugueses para se lembrarem de uma coisa do Demo como aquela.*
Pois eu sei jogar matrecos mas não sou grande espingarda e normalmente faço uma figura não completamente triste, mas também não mais que sofrível. Na semana passada, por exemplo, o Fernando, um senhor dos Açores que já por cá anda desde antes de eu nascer, ao ver-me jogar e ao saber que eu era professor na universidade, comentou que se via logo que eu tinha estudado muito durante o curso...
Ora, mas em terra de cegos quem tem olho e Rei, pelo que eu causei sensação entre os colegas do mestrado ao marcar golos uns atrás dos outros até ir para a defesa para não causar tantos estragos nos egos dos meus amigos do Império do Meio.
Se eu, um rapaz, causei sensação, então quando a Raquel chegou a coisa foi aos píncaros! A Raquel não só joga melhor do que eu (o que é bastante normal em Portugal) como ainda para mais é rapariga! Por esta altura já fomos aclamados no “Continente” como os Reis dos Matrecos e, mais dia menos dia, temos um convite do Tio Hu para irmos lá a Pequim ensinar esta arte ao comité central.
Acho que por agora já eles estão a escrever aos Pais a contar da maravilhosa invenção dos Portugueses e quando eles começarem a produzir aquilo em massa, vamos poder encontrar por toda a China os matrecos Portugueses. Sim, eles saíram todos de lá a saber dizer “matrecos” e a adorar aquela invenção Lusitana!
*Uma pergunta aos meus cultíssimos leitores: aquilo e uma coisa Portuguesa, não é? Pelo menos por cá só os Tugas é que jogam...
O meu Mestrado
No entanto, este Mestrado está a ter três problemas:
- O primeiro é que eu sou o único aluno licenciado numa Universidade Europeia (o Zé Miguel, o outro Português, licenciou-se em Macau, há mais dois Moçambicanos e os restantes são Chineses “Continentais”). Como é obvio, até agora ando a aprender conceitos que já conheço desde que tive Direito Comunitário no 2º ano da Faculdade...
- O segundo é que eu sou uma pessoa do tipo A, o que quer dizer que as minhas capacidades cognitivas estão concentradas da parte da manhã. Para fazer alguma coisa à noite que exija energia e interacção, eu aguento lindamente, para estar sentado a ouvir, tomar notas e prestar atenção é que já não dá! Dado que as aulas são sempre ao fim da tarde, tenho tido muita dificuldade em me manter acordado e ontem o professor até mandou uma boca dizendo que eu estava a tentar lutar contra deuses muito poderosos numa altura em que a minha cabeça ia para trás e para a frente num ritmo desenfreado.
- O terceiro problema é que os Chineses interessam-se tanto por assuntos relacionados com o Ambiente e com o Ordenamento do Território como por choques eléctricos. Vai daí mais ninguém escolheu as opções relacionadas com essas áreas e, por isso, elas não vão abrir!
Bem, nem tudo é mau! Eu até acho a área interessante e com opções de futuro, mas, mesmo assim, vou querer conciliá-la com os meus interesses e experiência que vinham de trás. A ver vamos...
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Levem-me para a prisao!
"Eu queria ir preso, mesmo que fosse num campo de reeducação pelo trabalho. Ao menos aprendia um ofício novo e, quando saísse, todos os problemas familiares estariam resolvidos", disse o homem, de apelido Jin, citado pelo jornal Beijing Youth Daily.
O homem, natural da província de Jiangsu, no leste do país, disse ao jornal não poder aguentar mais as péssimas relações entre a mãe e a mulher, nem as descomposturas constantes das duas mulheres quanto ao gosto de Jin pelo jogo a dinheiro.
Quando o chefe da polícia da povoação de Huaian recusou abrigo a Jin, este decidiu roubar uma bicicleta, o que mesmo assim não foi suficiente para ser preso.
"Durante quatro dias, Jin refugiou-se na esquadra e, apesar de todas as tentativas da polícia para o convencer, sempre se recusou a voltar para casa", diz o Beijing Youth Daily.
Redes de contactos
A primeira que eu conheci foi o hi5, cujo grande objectivo é a bisbilhotice e se não gostasse de alguma bisbilhotice, não tinha aderido, mas a quantidade de pedidos de relação que eu recebo de pessoas que eu nunca vi na vida e com os quais não tenho quaisquer pontos em comum é impressionante! Antes tinha uma fotografia de face em que eu estava vestido de beduíno, com um turbante, a cantar em frente da parede cor-de-rosa da Villa Beatrice – ate parecia que tinha mel, tantos eram os pedidos de homens a procura de homens! Agora tenho uma mais digna e respeitável, de fato, a falar ao TM, tirada pela Catarina nos meus anos há um ano atrás, mas mesmo assim, de vez em quando, lá cai um pedido menos fora do comum...
Depois conheci outro sítio com um objectivo mais prático, o linkedin, que é uma forma de manter os contactos académicos e profissionais e procurar emprego. O mal é que acho que fui convidado para o hotmail e depois para o gmail e acabei por, inadvertidamente criar dois perfis e ainda não sei como apagar o que esta a mais.
Agora surgiram mais dois, um que já me começa a irritar, o facebook, e outro que não corresponde as expectativas, o my happy planet.
O facebook começou por ser giro porque rapidamente me apercebi que os estrangeiros com quem eu estive em Shantou estavam lá todos e foi uma maneira de os “reencontrar” mas agora já ando um bocado farto porque aquilo tem umas coisas inúteis que passo a vida a receber do género: “a não sei quantas quer-lhe morder o pescoço, junte-se aos vampiros” ou coisas do género! Para quê?!?
O my happy planet é suposto ser um sítio onde as pessoas podem trocar informações e contactos para aprender línguas estrangeiras. Lá me inscrevi todo contente, esperando poder aprender Chinês em troca de lições de Português ou Inglês, mas a única pessoa, para além de mim, que esta nesse sítio a viver em Macau é um brasileiro! Nada contra os brasileiros, muito pelo contrario, mas não se me apresentou como um contacto útil para aprender a língua dos Imperadores...
Ah, já me esquecia de dois outros sítios do género: o wayn (where are you now?) e o couchsurf. Este ultimo é mesmo capaz de ser o sitio que mais “entrou na minha vida”, por assim dizer, porque recebi no chateau d'Alvim alguns viajantes bem simpáticos e que muito gostei de conhecer, como, por exemplo, o Isaac aqui do lado.
Pois por esta altura tenho tantos perfis em tantas coisas diferentes que já começa a ser um bocado desesperante. A ver se, como resultado deste post, apago pelo menos um...
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Mais fotografias
Fotos de Macau
Esta já é uma auto-fotografia nossa no Leal Senado...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Desafio
2- Abrir na página 161
3- Procurar a 5ª frase completa.
4- Transcrevê-la para o vosso blogue
5- Não devem escolher o livro nem a frase. Tem mesmo que ser do livro que estiver mais perto e a 5ª frase da página 161.
6- Passar o desafio a 5 pessoas.
