Muito se tem debatido sobre os partidos ultimamente e muitas vezes tenho sido convidado a dar a minha opinião em discussões sobre o assunto. Quer dizer, ser convidado a dar a opinião é coisa que não me acontece muito porque parece que as opiniões se me jorram da boca antes que alguém tenha tempo de me convidar, mas fica bem dizer isto, como figura de estilo.
Um dos temas quentes do momento sobre partidos é o ring de boxe popular, peço perdão, o partido popular. Ora parece-me bastante óbvio o que tem acontecido nos últimos anos naquele partido que representava o pequeno mas irredutível reduto dos Democrata-Cristãos em Portugal. Cresceu, tornou-se governo, aburguesou-se e passou a ser um partido da extrema liberal*. Apoiou a intervenção dos EUA no Iraque, levou a cabo uma política no Ambiente que não se pode chamar de Ambiental e quando perdeu não sei quantos deputados em 2005, ficou desordenado e essa desordem ainda hoje se reflecte. Claro que eleger um líder que não vive em Portugal nem faz parte do grupo parlamentar, a mais visível força de um partido de oposição, não contribuiu para ordenar a coisa e agora é o que se vê…
Outro dos temas quentes é a ilegalização do PNR que propõe a restrição da imigração para Portugal. Tenho para mim que isto da ilegalização de partidos é uma coisa absurda em Democracia. Claro que a ideia do PNR é pateta, afinal de contas a imigração é como pão para a boca da débil economia Portuguesa e parece óbvio a quem tiver dois palmos de testa que o que se deve fazer é ajudar os imigrantes a integrarem-se e não expulsá-los de cá.
No entanto, se começarmos a ilegalizar partidos por serem contra os ideais Democráticos, temos logo é que começar pelo PCP que foi, sem dúvida, o maior obstáculo a uma pacífica democratização em Portugal e foi o grande responsável pelo calamidade económica e social que se seguiu ao 25 de Abril.
Por isso quanto ao PNR, é deixá-lo estar… Se alguma vez sair das franjas dos zero vírgula tal por cento do eleitorado com este argumentário, é porque aqueles que acreditam que Portugal pode ser uma porta aberta a diversas ideias, raças e culturas, respeitando a sua tradição de nove séculos de ponte entre os povos, não defenderam bem as suas ideias.
Um dos temas quentes do momento sobre partidos é o ring de boxe popular, peço perdão, o partido popular. Ora parece-me bastante óbvio o que tem acontecido nos últimos anos naquele partido que representava o pequeno mas irredutível reduto dos Democrata-Cristãos em Portugal. Cresceu, tornou-se governo, aburguesou-se e passou a ser um partido da extrema liberal*. Apoiou a intervenção dos EUA no Iraque, levou a cabo uma política no Ambiente que não se pode chamar de Ambiental e quando perdeu não sei quantos deputados em 2005, ficou desordenado e essa desordem ainda hoje se reflecte. Claro que eleger um líder que não vive em Portugal nem faz parte do grupo parlamentar, a mais visível força de um partido de oposição, não contribuiu para ordenar a coisa e agora é o que se vê…
Outro dos temas quentes é a ilegalização do PNR que propõe a restrição da imigração para Portugal. Tenho para mim que isto da ilegalização de partidos é uma coisa absurda em Democracia. Claro que a ideia do PNR é pateta, afinal de contas a imigração é como pão para a boca da débil economia Portuguesa e parece óbvio a quem tiver dois palmos de testa que o que se deve fazer é ajudar os imigrantes a integrarem-se e não expulsá-los de cá.
No entanto, se começarmos a ilegalizar partidos por serem contra os ideais Democráticos, temos logo é que começar pelo PCP que foi, sem dúvida, o maior obstáculo a uma pacífica democratização em Portugal e foi o grande responsável pelo calamidade económica e social que se seguiu ao 25 de Abril.
Por isso quanto ao PNR, é deixá-lo estar… Se alguma vez sair das franjas dos zero vírgula tal por cento do eleitorado com este argumentário, é porque aqueles que acreditam que Portugal pode ser uma porta aberta a diversas ideias, raças e culturas, respeitando a sua tradição de nove séculos de ponte entre os povos, não defenderam bem as suas ideias.
Ainda ia falar aqui sobre as expulsões no PCP, mas o post já está muito grande e eu tenho mais que fazer. Fica para outro dia...
*Qualquer semelhança como uma novela de Almeida Garrett não é pura coincidência: os Portugueses são os mesmos!






