
Um blog brilhantíssimo, formidabilíssimo, magníficíssimo, inteligentíssimo, fantastiquíssimo, mas, acima de tudo, humilíssimo!
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Tong twisters
1. Módulo básico
Em português : Três bruxas observam três relógios Swatch. Que bruxa observa que relógio Swatch?
Em inglês: Three witches watch three Swatch watches. Which witch watches which Swatch watch?
2. Módulo avançado
Em português : Três bruxas "travestis" observam os botões de três relógios Swatch. Que bruxa travesti observa os botões de que relógio Swatch?
Em inglês: Three switched witches watch three Swatch watch switches. Which switched wich watches which Swatch watch switch ?
3. .. e agora para especialistas
Em português : Três bruxas suecas transexuais observam os botões de três relógios "Swatch" suiços. Que bruxa sueca transexual observa que botão de que relógio Swatch suiço?
Em inglês: Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watches which Swiss Swatch watch switch?
O equilíbrio orçamental já não é o que era
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
A árvore dos espatafúrdios
Neste momento tenho 6 (sim, SEIS!) Polacos a dormir nos aposentos superiores do Château d'Alvim, que é como quem diz, a suíte de hóspedes, a sala de estar e a biblioteca. Hoje, ao tomar o pequeno almoço, ouvi-os a dormir: um (uma?) ressonava com um tom meio pesado, uma outra (esta claramente rapariga) suspirava de minuto a minuto cada vez mais alto (fez-me lembrar a Inês quando não consegue dormir por ter alguém a ressonar ao pé dela), um/a outro/a devia ter o nariz meio entupido por isso emitia um silvado fininho, por último ainda havia outro/a que emitia uns estranhos estalidos que eu não percebi se haviam de vir da boca se do nariz da criatura.Razões do Paulo
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Dez reflexões sobre os argumentos do Sim
Temos todos a certeza de termos sido desejados?
2.º O aborto clandestino é uma vergonha.
Não há crimes que não sejam clandestinos. Deveremos, por isso, dignificar as condições da prática de outros crimes, encorajando a higiene e segurança no trabalho do carteirista ou do falsificador de moeda?
3.º O conceito de vida humana é muito relativo.
Muito mais relativo é o conceito de obra de arte. Se para alguém, a pintura de Paula Rego não é arte, isso dá-lhe o direito de comprar as suas obras e incinerá-las? Se um compositor está ainda nos primeiros compassos da sua criação, posso afirmar que ainda não é arte?
Se depois de ter abortado há seis anos, posso imaginar uma criança a entrar para a primeira classe e se dos despojos do aborto eu poderia até saber que altura teria, conhecer a cor dos seus olhos e do cabelo, como posso determinar que a vida começa às dez semanas? Se o privo de chegar às dez semanas, não estou a privá-lo da vida?
4.º A estigmatização do aborto é uma interferência abusiva do clero católico no mundo secular.
Desse ponto de vista, o mesmo não valeria para todos os Dez Mandamentos?
Sabia que foi o cristianismo que conseguiu erradicar a prática do infanticídio de nascituros do sexo feminino, prática corrente na Antiguidade, até ao século III?
Se houvesse alguma confissão religiosa a defender o aborto, os partidários do Sim diriam tratar-se de uma manipulação clerical das consciências?
Ser católico é ser telecomandado, como querem fazer passar ou os católicos, ao lado de tantos agnósticos, sentem uma especial responsabilidade na defesa dos que não têm voz?
5.º O corpo é meu.
Se assim fosse, o cordão umbilical não serviria para nada. Já pensou que a conversa de que a barriga é minha leva a considerar como simples crime de ofensas corporais a agressão numa mulher de que resulte ‘a perda do feto’? O embrião vale mais ou menos do que uma verruga, uma vesícula preguiçosa ou uma borbulha de acne?
6.º A pena de prisão é um excesso.
Sabia que a própria evasão é também um crime, punido com pena de prisão até dois anos e que quem instigar um preso a evadir-se é punido com pena de prisão até cinco anos? Sabia que se fizer apologia contra a guerra com intenção de impedir o esforço de guerra de Portugal é punido com pena de prisão de um a cinco anos? Sabia que se praticar actos ofensivos do respeito devido aos mortos é punido com pena de prisão até dois anos? Sabia que se desobedecer a um agente policial que ordene a dispersão de uma reunião é punido com pena de prisão até um ano e que se se disfarçar de polícia pode ir parar à cadeia por seis meses? Sabe que se queimar em público a bandeira nacional de um outro país, arrisca-se a cumprir um ano?
Mas sabia que a pena de prisão pode ser substituída por outras penas, como o trabalho em favor da comunidade? Não poderia encontrar-se uma sanção adequada como seria a obrigação de frequência de cursos de planeamento familiar?
Não há crime sem culpa. Já admitiu que a jovem adolescente que aborta por medo da reacção familiar ou a mulher desesperada que não tem meios sequer para sustentar os outros filhos podem ser exculpadas, mesmo no quadro legal vigente?
7.º O aborto é parte da liberdade da mulher.
Faz sentido a liberdade sem responsabilidade? Serão iguais as motivações do aborto em todos os casos? Não sabemos todos de casos de aborto fútil e caprichoso:
«A pílula engorda!»,
«O preservativo tira o prazer!»,
«Afinal, ainda não acabei de pagar o carro!»,
«Disse-lhe que estava grávida, mas ele deu-me um cheque para tratar do assunto. A sogra está doente e ele não tem coragem para deixar a mulher nesta altura!».
8.º A humilhação das mulheres na barra do tribunal.
Quem tem feito a exposição pública das poucas mulheres levadas a julgamento por abortarem ilicitamente com manifestações à porta dos tribunais? E os arguidos em geral, apesar da presunção de inocência, não sofrem humilhação, mesmo quando essa inocência vem a confirmar-se? Vale a pena lembrar, a propósito de humilhação que, não há muito tempo, o homicídio da mulher adúltera era especialmente atenuado, justamente por motivo da humilhação sofrida pelo marido enganado. Recuperar o valor da honra para justificar um crime não será um retrocesso?
9.º Portugal é dos raros países europeus que continua a não permitir o aborto.
Não é verdade. Mesmo em alguns países onde o aborto, sob certos pressupostos, não é punido com pena de prisão, nem por isso se transforma num direito a abortar no Serviço Nacional de Saúde. Sabia que se tiver de tirar um dente, o Serviço Nacional de Saúde não lhe arranja um dentista?
10.º A condenação do aborto é uma imposição de costumes sociais que, em outros tempos, levava a punir o atendado ao pudor e a homossexualidade entre adultos?
Trata-se de uma falácia. Ninguém engravida por manter relações homossexuais nem por andar a exibir publicamente as partes pudendas. Repare na expressão engravida: gerar uma vida. As relações homossexuais entre adultos são ou podem ser um gesto de amor. O atentado ao pudor só incomoda e, mesmo assim, a quem tiver uma sensibilidade muito frágil. Também o adultério foi punido outrora por se considerar que punha em causa a ordem da instituição familiar.
No aborto, ao invés, há alguém que não foi tido nem achado que debalde foi concebido.
André Folque
A Igreja e o aborto
Discordei!
Nunca neste blog usei argumentos que não fossem meramente racionais ou jurídicos para defender o Não ao aborto. De facto, não faço ideia do que pensaria se não fosse Católico porque sempre fui Católico, mas sei que não é preciso ser-se Católico para defender o Não.
No entanto, apesar de eu nunca ter “entrado por aí” aqui no blog, reconheço que o aborto e outros temas políticos e jurídicos, tal como a eutanásia, a guerra ou a pena de morte são temas com muito de teológico. Desses temas não se pode alhear a Igreja e tem que marcar firmemente a sua posição.
De facto, as cartas pastorais, discursos e encíclicas dos não só deste Papa, mas também dos seus predecessores têm sido muito claras nas suas posições. É claro que os Bispos não devem andar aí em comícios e manifestações, mas que devem promover sessões de esclarecimento sobre a posição da Igreja, isso sem dúvida que devem!
Por isso, acho muito estranha a posição de alguns pseudo-intelectuais bem pensantes: quando o Papa João Paulo II e o Senhor Dom José Policarpo se pronunciaram aqui há uns anos contra a guerra do Iraque, elogiaram a sua posição e chamaram-nos defensores da Paz e dos Direitos Humanos, mas agora que se pronunciam pelo direito inalienável à vida humana, acham que não devem sair das sagradas escrituras!
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Querida Minnie...
Em indecisão profissional: chulo ou Procurador?
Eu não ouvi as declarações da Senhora Procuradora mas fiquei cá a pensar com os meus botões: se eu fosse um chulo a gerir uma casa de prostitutas imigrantes clandestinas e adolescentes, será que as deixaria ir a um “estabelecimento de saúde legalmente autorizado” praticar os abortos ou será que continuaria a chamar a parteira clandestina que, com a sua choruda avença não tem vantagem nenhuma em reportar o caso às autoridades?
Hummmm… Concluí que mais vale não me tornar chulo que é para não ter que lidar com estas dúvidas existenciais…
E também fiquei eu a pensar: se eu fosse Procurador Geral Adjunto, não tentaria averiguar porque é que essas casas funcionam com conhecimento de todos e ninguém mexe uma palha para as fechar?
Hummmm… Concluí que também mais vale não me tornar Procurador Geral Adjunto que é para não ter que lidar com estas dúvidas existenciais…
O crime do aborto III
Pois então, havendo claramente um bem a proteger aqui, a vida intra-uterina, resta saber se a criminalização é o meio para o fazer.
Com a criminalização o Estado está a dar uma ideia sobre a gravidade de uma acção e acho que tanto do lado do sim como do não toda a gente está de acordo que o aborto é uma acção muito grave e que deve ser evitada. Ora, se ela for descriminalizada o que o Estado está a dizer é que não é uma acção suficientemente grave para ser criminalizada. Sendo assim, fazer declarações falsas em tribunal ou furtar um auto rádio seriam consideradas acções mais graves do que pôr termo a uma vida intra-uterina.
Por outro lado deixa de se distinguir as mulheres que praticam o aborto em situações de desespero, em que não haverá culpa, daquelas que o fazem como método contraceptivo*, aí sim, com culpa e que aí sim, deveriam ser penalizadas (pergunto-me como será possível que nunca nenhuma tenha sido?).
Por último, vem dizer que o Estado estabelece como prioridade financeira ajudar a matar em vez de ajudar a criar.
Claro que tudo isto são escolhas que o Estado faz, mas será que são estas as escolhas que nós queremos que o Estado faça? Eu cá, NÃO, OBRIGADO!
*Eu sei que isto parece um contra-senso porque se fosse contraceptivo não tinha havido gravidez, mas dá para perceber a ideia, não dá?
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Depressão...
Parabéns Tiago!
Conversas de rua
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
O crime do aborto II
Ora, continuando o post de ontem sobre se o aborto deve ou não ser crime, sendo que basta ler dois ou três posts meus anteriores com o mesmo marcador para se perceber qual vai ser a minha conclusão… eheheh
Explicado o que é um crime, resta explicar uma coisa fundamental: porque é que algumas acções são tipificadas como crime, porque é que outras deixam de o ser e porque é que há ainda outras que nunca são?
As sociedades mudam e com elas as ideias do que deve ou não ser crime, mas em geral um crime é uma acção que uma dada sociedade num dado momento considera que é de tal maneira reprovável que quem agir dessa forma deve ser punido. Assim, acções como a heresia e a sodomia eram consideradas crimes há uns séculos mas a escravatura e os duelos eram aceites. Por outro lado, furtar ou matar sempre foram crimes e fazer um tapete ou comer uma couve nunca foram.
Resta então saber o que leva uma autoridade com poderes de legislar, num dado período de tempo, a criminalizar uma conduta… Há uma fio condutor em todas as criminalizações: elas visam proteger um bem considerado muito importante à sociedade e concluem que a melhor forma de proteger esse bem é criminalizando-o.
Claramente, o bem que se visa proteger com a criminalização do aborto é a vida intra-uterina. Os motivos são mais do que óbvios: é uma vida absolutamente indefesa, tem uma composição genética completa, se a “deixarem em paz” e esta tiver saúde suficiente para vingar, virá a ser uma pessoa completa que trará com as suas qualidades e defeitos mais ou menos contributos para a sociedade.
O facto, em que eu acredito absolutamente, de que a vida humana é sagrada porque vem de Deus e todos os homens são feitos à Sua imagem e semelhança é para aqui verdadeiramente irrelevante no Direito Positivo que temos hoje em dia.
Concluindo qual o bem que deve ser protegido, resta saber se a criminalização é o meio para o fazer…
Infelizmente, ao contrário do que eu tinha pensado, ainda não vai ser hoje que vou acabar este post- todos compreendem que durante as férias o fluxo de trabalho não pára, o que pára é apenas a sua realização… Por isso: to be continued!
P.S. para os MSVistas: de facto o tempo é um recurso tão escasso!
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
O crime do aborto
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Sim, estou preto!
E aqui deixo um voto de protesto em nome da minoria Sueva que ainda existe neste país, e que é tantas vezes gozada e posta a ridículo pela maioria Romano-Moura que não compreende os esforços que temos que fazer para não sermos confundidos com uma parede ou uma folha de papel.
Ele são horas e horas estendidos na praia, a sofrer com o calor.... Ele são constantes bezuntadelas com cremes de factores elevados, senão ficamos encarnados e lá se vão as noites bem dormidas e os dias de praia seguintes... Ele são banhos e mais banhos de mar para aguentarmos os efeitos do calor em organismos mais propensos às temperaturas que agora se fazem sentir e que nos fazem pensar que afinal não nascemos no país errado...
E que me não chamem bife, que eu sou um puro sangue lusitano! Só é pena é que não seja um luso-árabe como 90% da população originária deste país.
E depois do voto de protesto, uma palavra de boas vindas a todos os emigrantes Ucranianos, Russos e demais gente eslava que faz com que nós, verdadeiros Suevos, nos sintamos uns privilegiados na praia!
Egipcios e Portugueses
Aqui há 10 anos, poucas eram as mulheres Egípcias que usavam véu; hoje elas são a maioria. Os motivos para isso são uns quantos, nomeadamente a onda de contestação que a actividade supostamente anti-terrorista do Iraque está a causar em todo o mundo Islâmico e que tem gerado uma onda de radicalismo naqueles países que eram tradicionalmente mais tolerantes.
Mas o que um amigo Português a viver no Egipto me contou foi que outro dos motivos para isso é que os Egípcios estão a seguir o exemplo dos Árabes e dos outros povos do Golfo. Como estes são países ricos e desenvolvidos, os Egípcios querem ser "modernos" como eles e então ser moderno é tapar as mulheres da cabeça aos pés.
Ora isto faz-me lembrar Portugal. Nós, que até temos a melhor lei do aborto da Europa, uma lei que defende a vida humana mas contempla os casos em que não pode ser exigível às Mães continuarem com a gravidez, agora queremos mudar porque os outros, os ricos, os desenvolvidos, os "modernos" é que sabem. Como com eles pode-se pôr termo à vida humana quase sem limites, há por aí muita gente que acha que a nossa Lei deve ser retrógada.
Ora eu, que sou do 1.º país do mundo a abolir a escravatura e a pena de morte por crimes civis, acho que não temos muitas lições a tirar de países como os EUA, a Inglaterra, a Espanha, etc., no que toca a direitos fundamentais, nomeadamente no que toca ao direito à Vida.
domingo, 28 de janeiro de 2007
Voltei, voltei, voltei de lá...
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Pausa no blogadíssimo
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
My poor lovely precious
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Vacina para o cancro II
Vacina para o cancro I
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Moda
Desde já confesso a minha mais absoluta ignorância em termos de moda! Para mim é mundo misterioso no qual julgo que teria tanta facilidade em entrar como no mundo da física quântica.Não que eu não goste de estar bem apresentado mas é o próprio conceito de moda e os chamados “gurus da moda” que eu me vejo impossibilitado de compreender.
Eu, inocentemente, achava que moda era o que um grupo de pessoas, em determinado momento, veste mais.
Assim, por exemplo, há a moda punk e imagino que de vez em quando se use mais ter a crista cor-de-laranja e noutras tê-la azul-forte. Há a moda beto que há uns anos era estar penteadinho e de padronizados sapatos-vela castanhos ou azul-marinhos e hoje será mais ter um penteado propositadamente despenteado e uns ténis “diferentes” mas que acabam por ser iguais a tantos outros.
Mas consta que não é assim… Consta que a moda tem mais que se lhe diga…
Hoje, no “sexo forte” da RFM uma das perguntas feitas ao desgraçado que se aventurou nessa guerra era “qual ia ser o tom da moda Primavera-Verão deste ano”, sendo que a resposta certa era os “tons pastel”.
Mas como é que eles sabem o que as pessoas vão querer usar a partir de dia 21 de Março? O mais provável é mesmo usarem o mesmo que no ano passado com mais uma coisinha ou outra que compraram agora, que isto a economia não está para grandes despesas…
E isso é moda para quem? Para punks ou para betos? Para góticos ou para skaters? Para tios ou para mitras? Estou mesmo a a imaginar um gótico a entrar numa loja e a dizer: “eu queria estas calças em tom preto pastel, sff!”
E se eu não quiser usar tons pastel e quiser usar a tshir azul forte que comprei há pouco tempo, sou um quota para todo o sempre? E se os meus ténis cor-de-laranja ainda estiverem impecáveis, terei que comprar uns em tom rosa pastel só para estar na moda?
Pois eu vou continuar a usar os mesmos fatos, as mesmas camisas, os mesmos mocassins e as mesmas gravatas que usava no ano passado de 2.ª a 5.ª, as mesmas camisas, camisolas e sapatos-vela que usava no ano passado à 6.ª e as mesmas tshirts, long-sleeves e ténis que usava no ano passado ao fim-de-semana! Não tenho lá tons pastel, recuso-me a comprar e mais nada!
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Campanha do referendo
- Ao minuto 21.32 focaram as campanhas do PCP e do BE pelo sim, claro está;
- Ao minuto 23.40 mostraram a entrega das assinaturas pela parte dos movimentos do sim.
Com tudo isto estiveram, no total, a falar quase 6 minutos sobre as iniciativas dos que fazem campanha pelo sim no referendo.
No fim, entre os minutos 26.27 e 28.10, bem menos de 2 minutos, lá condescenderam em falar sobre o não que não só apresentou muito mais movimentos espalhados por todo o país, como entregou muito mais assinaturas!
Às 28.10, inserido na mesma notícia, começaram a falar com o senhor da CNE sobre a contagem das assinaturas, pelo que terminaram de falar sobre as posições diferentes.